Quem tem Gum tem medo! O ano de 2016 e os ditos populares que marcaram o Fluminense.

Amigos Tricolores,

QUEM TEM GUM TEM MEDO! Quem não ouviu ou repetiu esta frase pelo menos uma vez ao ver um jogo do Fluminense, após acompanhar as diversas situações de emoções a que a defesa se submeteu a cada jogo do Fluminense ao longo da temporada?

Mas não é só este dito popular, no caso felizmente adaptado, que norteou a campanha tricolor em 2016.

O ano começou e vieram fracas atuações na Florida Cup, e depois nas estreias na Primeira Liga e no Estadual, somando o Flu três derrotas e um empate nas quatro primeiras apresentações.

Afinal, O BARATO SAI CARO. E isso ficou provado nos dez primeiros jogos tricolores, na insistência com o treinador Eduardo Baptista, que já não dera certo no ano anterior, e foi embora com uma pífia campanha. E perdemos dois meses de preparação.

O interino Marcão segurou por dois jogos, e então assumiu Levir Culpi. Chegou cheio de planos, e pouco depois o Flu já estava na final da Primeira Liga.

QUEM ESPERA SEMPRE ALCANÇA, já preconiza nosso hino, e o golzinho de Marcos Junior aos 35 minutos do segundo tempo de um jogo amarrado e equilibrado diante do Atlético paranaense acabou trazendo um caneco importante e inédito para as Laranjeiras, após 1.257 dias sem ganhar uma competição! NÃO HÁ BEM QUE SEMPRE DURE NEM MAL QUE NUNCA SE ACABE!

Terminado o jogo, a PM mineira deu um show de despreparo e jogou gás lacrimogêneo e de pimenta em direção à massa tricolor na arquibancada, pois PIMENTA NOS OLHOS DOS OUTROS É REFRESCO! E causou uma lamentável cena de correria da torcida fugindo do gás, sem a diretoria do Fluminense protestar em relação ao feito. Ficou por isso mesmo. Eu estava lá e nunca respirei tanto gás…

Mas, DIA DE MUITO, VÉSPERA DE POUCO, e logo no jogo seguinte a equipe perdeu por 1 x 0 para o pífio time do Botafogo e acabou eliminada do Estadual.

O Brasileirão começou morno, e o time até deu alguma esperança de que poderia crescer na competição.  Mas O ÚNICO LUGAR ONDE O SUCESSO VEM ANTES DO TRABALHO É O DICIONÁRIO, e o Levir Culpi insistia com sua política de duas folgas após jogos em que poderia trabalhar o time uma semana.

E contrariou também a máxima de que DEUS AJUDA A QUEM CEDO MADRUGA, pois preferia os treinos na parte da tarde.

E como O PIOR CEGO É O QUE NÃO QUER VER, Levir continuou escalando mal e substituindo pior ainda… Perdeu a mão, bateu pezinho, ameaçou sair e pediu reforços. E aí veio um festival de barangas, mostrando que DE ONDE NÃO SE ESPERA NADA, AÍ É QUE NÃO VEM NADA MESMO.

Saiu o ídolo maior da companhia, o Fred, numa história confusa em que ninguém tinha muita razão. Levir já tinha se envolvido em um entrevero com Diego Souza, que também largara o barco. E por um valor ainda maior do que o recebido pela saída do camisa nove, chegou Henrique Dourado, provando que NEM TUDO QUE RELUZ É OURO!

O time continuou mal, atestando que UMA ANDORINHA SÓ NÃO FAZ VERÃO! Gustavo Scarpa reinava isolado na criação do time, e, entre os reforços contratados, O BOM FILHO A CASA TORNA, e Wellington acrescentou qualidade ao ataque. Perdeu o sobrenome Silva, mas ganhou velocidade.

Na reta final do campeonato, após atingir os tais 46 pontos na última vitória no ano, contra o Sport, ficou provado que PARA BAIXO TODO SANTO AJUDA, e, no caso, a derrota para o Santos marcou o início de uma terrível sequência final de dez partidas sem vitória no ano, que incluiu também uma derrota para outro Santo, o São Paulo.

No meio da sequência ruim, caiu o Levir, que não era nenhum santinho, e assumiu Marcão, provando definitivamente que SANTO DE CASA NÃO FAZ MILAGRE!

Ficou claro então que SEM PLANEJAMENTO NÃO SE ATRAVESSA A RUA.

Até no contrato com a fornecedora de material esportivo, Dry World, ficou provado que QUEM TUDO QUER TUDO PERDE. Uma aposta alta, uma decepção e um grande calote. ME ENGANA QUE EU GOSTO!

Para fechar o ano, um joguinho que acabou virando atração, e que mostrou que QUEM RI POR ÚLTIMO RI MELHOR. Depois da derrota para o Internacional logo na segunda partida do ano, na Florida Cup, o time empatou com os colorados na semifinal da Primeira Liga, eliminando-os depois nos pênaltis, e empatou novamente com eles no jogo que decretou a queda deles para a segunda divisão. Mas, afinal, É FÁCIL CHUTAR CACHORRO MORTO!

CURTINHAS QUE RESUMEM O ANO:

Destaque do ano: Gustavo Scarpa

Revelação da base: Douglas

Chinelinho do ano: Jonathan

Artilheiro: Cícero

Rei dos cartões: Pierre

Mago das faltas: Gustavo Scarpa (4 gols)

Deu defeito: Gum

Posição decepção: Laterais (os 5 do elenco!)

Pior contratação: Danilinho

Jogo dos pesadelos: Fluminense 1 x 1 Ypiranga

Jogo dos sonhos: Fluminense 4 x 2 Atlético/MG (só o segundo tempo)

Jogada dos sonhos: Contra o São Paulo, Wellington arrancou da intermediária da defesa e só foi parado na pequena área, com pênalti do goleiro, após driblar vários adversários, e ainda acertou a cobrança depois.

Jogada pesadelo: coincidentemente no mesmo jogo, Gum e Marquinho fazem uma lambança em dueto e o São Paulo empata.

A volta dos que não foram: Gum

A ida dos que voltaram: Diego Souza

Fez que ia, não foi, acabou “fondo”: Fred

Voltou, jogou, foi de novo e ninguém viu: Samuel

Não fluiu nem contribuiu: Marquinho

Me engana que eu gosto: Dry World

Promessa que ainda está na promessa: Danielzinho

Promessa que se firmou: Douglas

Promessa que ficou na promessa: Robert

Promessa que pede passagem: Nogueira

Promessa que aguarda o momento: Pedro

Promessa que se foi: Marlon

Promessa que se firmou definitivamente: Gustavo Scarpa

Ausência do ano: Maracanã

Projeto incógnita: STK Fluminense Samorin (quero ver mais)

Projeto sonho: um estádio?

Destaque patrimonial do ano: CT

Destaque silencioso: Departamento Médico e Fisioterápico (alguém reparou o pouco número de contundidos no ano?). Lembramos que o Filé faz parte da equipe.

Momento Felicidade: É CAMPEÃO!!!

Momento tristeza: a queda do avião

Arbitragem safada do ano: na eliminação do Fluminense da Copa do Brasil, na Arena Itaquera

Mico do ano: 10 jogos finais da temporada sem vencer

Bola fora da torcida: insistir em acender sinalizadores e tomar suspensão

Bola dentro da torcida: o novo hit Minha Raiz

Chegou, olhou e saiu de fininho: Pedro Trengrouse

Chegou, criticou e se juntou ao adversário: Cacá Cardoso

Chegou, investiu pesado e perdeu: Mário Bittencourt

Chegou, prometeu craques e sucumbiu: Celso Barros

Momento vergonha alheia: a vaia no Celso Barros ao fim das eleições

Dirigente decepção: Jorge Macedo

Dirigente revelação: ninguém se revelou

Dirigente esperança: Pedro Abad

É isso aí. Fim de mais um ano e ficam as expectativas de um 2017 melhor para o nosso Fluzão! Diretoria nova, muito trabalho pela frente, técnico novo, que já detectou elenco grande e com jogadores caros e pouco produtivos. Hora da limpeza, para que venham reforços nas posições exatas! Boa sorte, Presidente!

Porque A ESPERANÇA É A ÚLTIMA QUE MORRE!

A todos os Amigos Tricolores, um 2017 maravilhoso, com muita Saúde, Sucesso e Felicidade em suas vidas pessoais! E continuaremos juntos com nosso Fluzão em 2017!

Porque O IMPORTANTE É O SEGUINTE: SÓ DÁ NENSE!!!

Por PAULONENSE / Explosão Tricolor

Henrique Dourado: NEM TUDO QUE RELUZ É OURO!