Atacante Keké foi alvo de ofensas racistas e homofóbicas durante partida em Cuiabá; agressor acabou detido pela polícia.
O que deveria ser uma tarde de celebração pela vitória do Fluminense sobre o Mixto (MT), pelo Brasileirão Feminino, terminou em caso de polícia. O clube emitiu uma nota oficial na noite deste domingo (26/04) repudiando as ofensas racistas e homofóbicas proferidas contra a atleta Keké.
O episódio ocorreu no estádio Eurico Gaspar Dutra, em Cuiabá. Durante o primeiro tempo, a atacante tricolor foi alvo de ataques por parte de um torcedor.
Protocolo Ativado e Prisão
Diante da gravidade da situação, as jogadoras do Fluminense se uniram em um ato de protesto em campo, o que levou a árbitra Adriana Costa Farias a ativar o protocolo antirracista.
Graças à ação coletiva, o agressor foi identificado pela Polícia Militar presente no estádio e encaminhado imediatamente para a delegacia local para que as medidas cabíveis fossem tomadas.
Posicionamento do Clube
Em nota, o Fluminense prestou solidariedade à Keké e reforçou seu compromisso no combate a qualquer tipo de preconceito:
“Atitudes como essa são inaceitáveis no futebol e na sociedade. O clube seguirá atento aos desdobramentos do caso e espera que o responsável seja devidamente punido, nos termos da lei”, diz trecho do comunicado.
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