Obrigação, dinheiro no caixa e o “fator Canobbio”: a hora da verdade na Copa do Brasil




Dulpa SavaLucho em ação pelo Fluminense
Lucho Acosta e Savarino

Vinicius Toledo analisa o confronto decisivo pela Copa do Brasil e responde questionamento de leitor sobre a escalação de Agustín Canobbio.

Por Vinicius Toledo

Fala, galera tricolor! Tudo tranquilo?

É dia de mata-mata na Copa do Brasil. O Fluminense recebe o Operário-PR no Maracanã nesta terça-feira (12), às 21h30, com transmissão exclusiva do Amazon Prime. A situação é bem simples: vitória no tempo normal significa classificação às oitavas de final. Um novo empate leva a decisão para os pênaltis. Em caso de derrota, a vaga fica com a equipe de Ponta Grossa.

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Além do peso esportivo, temos R$ 3 milhões de premiação em jogo. A equipe comandada por Luis Zubeldía tem a obrigação de classificar — e bota obrigação nisso. É jogo para tentar matar já na primeira etapa, justamente para não dar sopa para o azar. A esperança está depositada no trio Lucho Acosta, Savarino e John Kennedy. Os três possuem capacidade de sobra para resolver essa parada.

O “fator Canobbio” e a resposta ao leitor

Ontem, vi um comentário de um leitor criticando minha análise sobre a escalação de Canobbio. Eu pontuei que, apesar da sua “incapacidade de construção ofensiva”, o uruguaio seria necessário para fechar o lado esquerdo e marcar pressão.

O leitor rebateu: “Jogar no Maracanã contra o Operário requer um atacante que não sabe fazer gol, mas ajuda na marcação? Lamentável. Sou do tempo que a gente jogava para ganhar do Boca ou do River”.

Pois bem, respondo ao leitor: eu também sou desse tempo. Estou caminhando para os 50 anos e vi algumas das épocas mais bonitas da nossa história. Porém, deixo uma pergunta no ar: dá para confiar no atual Fluminense a ponto de mandar todo mundo para o ataque desordenadamente?

Canobbio em ação pelo Fluminense
Canobbio – FOTO: MARCELO GONÇALVES / FLUMINENSE F.C.

O seguro morreu de velho

Quem me acompanha aqui no Explosão Tricolor sabe que sempre critiquei a “última bola” de Canobbio e Kevin Serna. Inclusive, cansei de dizer que é impossível o Fluminense ser feliz com os dois juntos em campo. No entanto, a dupla ajuda na marcação alta e na recomposição.

Sendo assim, em caráter excepcional para hoje, acredito que o uruguaio será útil para não deixar o lado esquerdo tão exposto, permitindo que o trio Acosta, Savarino e JK tenha mais liberdade para criar.

Mesmo sendo em casa contra o modesto Operário, vale lembrar: o seguro morreu de velho. Em situação delicada na Conmebol Libertadores, garantir a vaga nas oitavas da Copa do Brasil é mais do que uma obrigação; é uma necessidade extrema para o nosso 2026!

Forte abraço e ST!

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Sobre Vinicius Toledo 1482 Artigos
Criador do Explosão Tricolor e atuando na cobertura jornalística do Fluminense desde 2014 com milhares de matérias e colunas publicadas sobre futebol, gestão e política. Formação acadêmica de Administração e especialização em Finanças e Marketing. Saudações Tricolores!