Enquanto o quarteto Lavega, Lezcano, Santi Moreno e Soteldo custou fortuna e não rendeu, Lucho Acosta e Hércules mostram o caminho do custo-benefício.
Uma matéria detalhada da Globo trouxe à tona números que impressionam e preocupam a torcida do Fluminense. O levantamento revela que, apesar do sucesso recente em campo, o clube amarga um prejuízo técnico e financeiro considerável com contratações feitas em 2025.
O quarteto de R$ 100 milhões que não rendeu
No total, o Fluminense investiu R$ 215 milhões em reforços durante o ano passado. No entanto, quase metade desse valor (R$ 100 milhões) ficou concentrada em quatro nomes que decepcionaram profundamente com a camisa tricolor:
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Joaquín Lavega.
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Lezcano.
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Santi Moreno.
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Soteldo.
Desses quatro, três já nem fazem mais parte do elenco atual, deixando para trás uma conta alta e pouco futebol apresentado. O caso de Lavega, inclusive, segue sob forte questionamento após revelações de documentos oficiais sobre os valores da sua transferência.

O contraste: Lucho e Hércules salvam o balanço
Para sorte das finanças e do desempenho esportivo, o clube acertou a mão em outros investimentos. O volante Hércules, que custou R$ 28 milhões, já se pagou apenas com as premiações das classificações no Mundial de Clubes.
Na frente, Lucho Acosta compensa com um custo-benefício altíssimo, sendo o ponto de equilíbrio de um ataque que viu fortunas serem desperdiçadas em outros nomes.
Análise do Explosão Tricolor
O levantamento expõe uma realidade perigosa: o Fluminense não pode se dar ao luxo de “rasgar” quase R$ 100 milhões em apostas que não vingam. Embora as premiações e o sucesso em competições internacionais mascarem o problema, o critério de avaliação do departamento de futebol precisa ser muito mais rigoroso.
Com o time em um momento decisivo na Libertadores, a cobrança por eficiência financeira é tão importante quanto a entrega dentro das quatro linhas.
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