Com um lado direito que virou “festa para adversários”, Tricolor amarga a lanterna e vê risco real de eliminação precoce.
O comentarista PVC, em sua coluna no UOL Esporte, trouxe dados alarmantes sobre a derrota do Fluminense para o Bolívar na altitude de La Paz. O que deveria ser uma noite histórica para o goleiro Fábio acabou se transformando em um retrato da fragilidade defensiva tricolor em 2026.
Recorde amargo para Fábio
A partida marcou um feito histórico: Fábio tornou-se o novo recordista de partidas na história da Libertadores, com 113 jogos, igualando a marca do paraguaio Ever Almeida que perdurava desde 1988. No entanto, a zaga tricolor tratou de entregar um “presente de grego” logo aos 5 minutos de jogo, permitindo o primeiro gol boliviano após cruzamento de José Sagredo.
O “buraco” na lateral direita
A análise de PVC foca em uma estatística destruidora sobre o setor defensivo do Fluminense:
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O lado direito da zaga foi o caminho para ambos os gols do Bolívar.
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Dos 27 gols sofridos pelo Tricolor nesta temporada, 12 nasceram nas costas dos laterais direitos.
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Isso significa que 44% de todos os gols tomados pelo time no ano exploram a mesma deficiência crônica.

A pior situação entre os brasileiros
Comparando com os demais clubes do país na competição, PVC é enfático ao afirmar que a situação do Fluminense é a mais grave. Enquanto Flamengo e Botafogo também enfrentaram dificuldades no primeiro turno em anos anteriores, o Tricolor termina a metade da fase de grupos na lanterna isolada da chave, com apenas um ponto conquistado.
Com Palmeiras, Cruzeiro e Mirassol também sob ameaça em suas respectivas situações, o Fluminense é quem hoje se encontra “abaixo da linha de classificação” com o cenário mais crítico para buscar o milagre do returno.
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