“Não vai arrumar nada”: a mediocridade da Seleção Brasileira na estreia da Copa escancara o tamanho do desafio




Que sufoco! Em crônica sem filtros, Vinicius Toledo detona a estreia do Brasil contra Marrocos e avisa: para quem tem mais de 40 anos, o Hexa exige pés no chão.

Que sufoco! Em crônica sem filtros, Vinicius Toledo detona a estreia do Brasil contra Marrocos e avisa: para quem tem mais de 40 anos, o Hexa exige pés no chão.

Que sufoco! Em crônica sem filtros, Vinicius Toledo detona a estreia do Brasil contra Marrocos e avisa: para quem tem mais de 40 anos, o Hexa exige pés no chão.

✍️ POR VINICIUS TOLEDO

O sexto jogo da Copa do Mundo de 2026 marcou o início da nossa sexta caminhada em busca do tão sonhado hexacampeonato. Quanta coincidência com o número seis, hein! A torcida brasileira chegou junto e fez bonito no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos, desde o momento da execução do hino nacional.

Porém, assim que a bola rolou, o Marrocos simplesmente amassou a Seleção Brasileira. A rapaziada comandada pelo técnico Carlo Ancelotti não viu a cor da bola no começo do jogo. De fato, os marroquinos pareciam o Brasil de antigamente, atuando com um futebol recheado de habilidade, ousadia e ofensividade.

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Dessa forma, o Marrocos soube aproveitar a verdadeira zona tática em que se encontrava o time brasileiro para abrir o marcador. Confesso que, naquele momento, temi pelo pior. Afinal, eles poderiam ter ampliado o placar facilmente e, consequentemente, liquidado a fatura logo cedo.

Por outro lado, bastou o talento de Vini Jr ficar solto apenas uma vez para bagunçar a defesa adversária e estufar a rede marroquina. O Brasil terminou a primeira etapa pressionado, inclusive, o meia Lucas Paquetá quase marcou um golaço um pouco antes de a equipe descer para o intervalo.

🔧 Ajustes de Ancelotti e a mediocridade em campo

Na etapa final, o confronto ficou bastante amarrado e truncado, com a marcação forte gerando muitas faltas. A Seleção Brasileira ficou melhor ajustada no setor defensivo após a entrada de Fabinho no lugar de Casemiro. Apesar do domínio territorial, o nosso setor ofensivo não conseguiu criar chances reais de gol. Infelizmente, o Vini Jr sumiu do jogo.

Já a equipe do Marrocos oscilou fisicamente em campo. Mesmo assim, eles quase encrencaram a nossa vida nos minutos finais, mas o goleiro Alisson salvou com uma grande defesa.

No fim das contas, o empate em 1 a 1 acabou sendo justo. Contudo, o Brasil vai ter que acertar muitas coisas nos bastidores se quiser ir longe neste Mundial. Teoricamente, Ancelotti terá tempo para ajustar o time através de treinos, além de enfrentar dois adversários bem inferiores tecnicamente.

Vale lembrar que o Brasil enfrentará o Haiti na próxima sexta-feira (19) e a Escócia no dia 25. Ou seja, serão dois confrontos cruciais em um intervalo de doze dias. Historicamente, algumas seleções que se sagraram campeãs mundiais foram se acertando justamente durante o decorrer da competição.

🗣️ A voz da experiência e as mudanças necessárias

Agora, vamos falar a verdade sem rodeios. Para quem tem mais de 40 anos de idade, com certeza o sentimento após o apito final foi um só: “Essa seleção não vai arrumar porra nenhuma”.

É duro ver o Brasil atuando com laterais fraquíssimos e um meio de campo sem nenhuma cabeça pensante. Para piorar, o nosso ataque titular contou com um centroavante que iniciou o jogo apenas pelo fato de ser um “bom ladrão de bolas”. Isso é muito pouco para a história da Amarelinha.

Apesar de tudo, a luta continua, inclusive contra a mediocridade que se instalou no nosso futebol. Na minha visão, Danilo Santos, Luiz Henrique e Endrick não podem ser reservas nunca nesse time atual. Além disso, o jovem Rayan deve ser considerado como uma opção imediata para agitar o time na etapa final.

Forte abraço e ST!

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Sobre Vinicius Toledo 1680 Artigos
Criador do Explosão Tricolor e atuando na cobertura jornalística do Fluminense desde 2014 com milhares de matérias e colunas publicadas sobre futebol, gestão e política. Formação acadêmica de Administração e especialização em Finanças e Marketing. Saudações Tricolores!