De dar dó




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De dar dó

O título do texto é a melhor definição para a atuação do Fluminense na derrota para o Santos. Se no primeiro tempo a rapaziada até resistiu, o segundo foi de dar dó. Bastou algum discurso caloroso do Cuca no vestiário para os paulistas massacrarem na etapa final.
Graças a Deus, Rodolfo mandou bem. Para quem não assistiu ao jogo, pode até parecer piada. Mas não é. Mesmo levando três gols, o goleiro salvou o Fluminense de levar uma goleada histórica. O cara fez grandes defesas e saiu até da pequena área para cortar cruzamentos. Pintou o novo titular? Acho difícil, mas o Marcelo Oliveira deveria pensar na questão.
No restante, vi alguns jogadores se esforçando, entretanto, isso é muito pouco para o nosso Fluminense. E o que falar da mediocridade do Júnior Dutra e da visível falta de vontade do Marcos Junior? Tinha como arrumarmos algo com esse ataque? Para completar, o lateral-esquerdo Marlon, que não sabe o que faz em campo.
Para piorar, o tal do Bryan Cabezas, que não deve ganhar menos de R$ 120 mil mensais, praticamente não tocou na bola. Não custa nada perguntar: quem contratou esse equatoriano ruim de bola e sem sangue? Qual foi o critério? Ele e o Guillermo de Amores custam juntos, no mínimo, uns R$ 250 mil mensais. Multiplicando isso por 12 meses dá um total de R$ 3 milhões. E ainda tem décimo-terceiro… Quem pagará essa conta?
Marcelo Oliveira também aprontou das suas. Mateus Norton como opção na etapa final? Quem é que ganha com a entrada dele em campo? Com certeza não é o Fluminense.
Até reconheço que boa parte da equipe se esforçou para resistir, mas quando o Santos resolveu jogar bola, deu vontade de chorar. Três gols em apenas cinco minutos num clássico nacional é uma vergonha que só não é maior que os recentes rombos financeiros do clube e a falta de transparência da gestão.
Outra coisa que não dá para deixar de questionar é esse medo de lançar os garotos da base. Mesmo queimando etapas, não tenho dúvida alguma em afirmar que o Zé Ricardo, Caio, Marcos Paulo e João Pedro fariam mais bonito que Mateus Norton, Dodi, Júnior Dutra, Bryan Cabezas e Marcos Júnior. São nessas horas que a gente vê o quanto a gestão de futebol é fraquíssima em todos os quesitos. Sabem nada de futebol e, principalmente, de Fluminense.
Apesar do presidente Pedro Abad e da sua medíocre Flusócio, temos que concentrar para a batalha da próxima quarta, contra o Nacional. Pés no chão, nada de ilusões, mas sem jamais deixar de lutar. O Fluminense tem que estar sempre acima de tudo.

Rapidinhas

Como assim?

O zagueiro Frazan até atuou razoavelmente bem. Evitou um gol certo do Santos. Mas saiu com câimbras nas duas pernas quando o jogo ainda estava empatado. E olha que é garoto novo…

Sem se omitir

Até que o Fernando Neto foi bastante participativo. Quase marcou um gol na primeira etapa. Dá para compor o elenco.

Três decisões pela frente

O Fluminense terá pela frente o Nacional-URU, Vasco e Sport. Se conseguir a classificação no Gran Parque Central e mais quatro pontos nos jogos contra o Vasco e Sport, é para soltar foguetório na Álvaro Chaves.
Forte abraço e Saudações Tricolores!
Vinicius Toledo
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