Cheguei, hein?!




Eu no Estádio Centenário!
Cheguei, hein?! Sou a Nina Lessa!
Cheguei, hein?! Sou a Nina Lessa!

Oi! Eu sou a Nina Lessa. Alguns aqui provavelmente me conhecem, outros não (e se forem curiosos, lá no final do texto tem alguns links pra vocês saberem um pouco mais dessa carinha nova aqui no site), mas o que importa é que eu sou tricolor. Não é das Laranjeiras não, que tricolor é um só, tanto que pra ser identificado, se você for torcedor do Fluminense, tem que avisar que é tricolor paulista, gaúcho, baiano ou o cacete. Aqui é só tricolor.

Na semana passada eu fui ver nosso time assustar nosso coração no jogo de volta contra o Liverpool do Uruguai. Eu tava lá quando alguns de nós foram barrados e expulsos do estádio porque haviam bebido antes: sim, em Montevideo tem BAFÔMETRO de gente a pé. Eu nunca tinha visto isso. Vocês já? Corri o risco de ser barrada também, afinal tinha tomado umas 3 taças de vinho no almoço e me mandaram tirar o gorro do Flu na entrada do jogo – será que eu tinha cara de marginal? Mas deu tudo certo e entrei.

Que a nossa torcida é corneteira a gente sabe, né? Quem já foi a UM jogo na vida sabe bem disso, mas eu que já fui em jogo em vários tipos de estádio (grandes, pequenos e médios) e em vários setores tendo a ter mais problemas quando tô em menor número, tipo em tribuna de honra, torcida visitante (tipo na quarta passada, porque em 2008, lá em Quito, na primeira final da Liberta, tava bem mais cheio), cadeira especial e camarote. 

Eu no Estádio Centenário!
Eu no Estádio Centenário!

Assim como os corneteiros, eu também quero socar a cara de jogador, técnico, juiz, bandeira, o cacete a quatro dentro dos 90 minutos – e principalmente nos acréscimos e prorrogação (nos pênaltis eu não tenho saúde e só choro. Mentira que quem chora é botafoguense). Mas eu quero no momento, quero de verdade, e não pra aparecer. Porque se você critica seu time gritando quando tá silêncio na torcida e olha pros lados pra ver quem concorda com você, me desculpe mas tu é um corneteiro babaca.

Ficar puto com o time? Óbvio. Quem não fica? Sou a primeira que xinga demais, briga demais, quero matar demais. Fico tensa, a unha é roída, tenho uma lista de promessas pelo Fluminense que ninguém me vence. Já perdi namoradinho por causa de cabeça quente pelo meu time e ódio pelo dele, já briguei com amigo, bloqueei gente em rede social, então eu entendo perfeitamente. Mas não faço pra aparecer. Não olho pro lado pedindo uma aprovação do coleguinha. Não fico pensando em frase engraçada, não sou stand up comedy.

Aí o jogador fica puto e faz merda, o técnico toma ódio de um meio mundo por causa de meia dúzia de bunda mole, o zagueiro perde a vontade de ir com tudo naquele artilheiro adversário cretino e ninguém sabe por que. É o trabalho do cara? É. Ganha horrores? Sim. Tô justificando fazer merda porque foi xingado? Tô querendo que você reflita, porra. Se coloca no lugar do cara. AH MAS ELE GANHA RIOS DE DINHEIRO. Foda-se, amigo. Da mesma forma que você perde a cabeça pra falar de Fluminense, ele esquece nessas vezes o quanto tem e só quer que você se foda.

Sempre com o Flu em todos os cantos do mundo!
Sempre com o Flu em todos os cantos do mundo!

Quando o jogador vai bem, amor, você fica feliz. Pelo menos eu fico. Xinga sim, mas xinga de coração. Pra dentro, pra Deus, mais baixo, com seu amigo do lado, com o narrador da Tupi ou da Fox. Mas não espera o silêncio pra xingar o Abel. Você, além de não ser melhor do que ele (porque ele sabe que o Fluminense é foda e você só sabe encher o saco), é só um palhaço aparecido tipo o tio do pavê. A gente não ri pra você: a gente ri de você. E fica puto, muito puto.

Eu já fugi de camarote porque tinha corneteiro do meu lado, já saí de tribuna e fui pro meio da torcida porque ali eu xingo, fico puta também, mas porque eu quero ganhar, eu quero que o Gum jogue bem, não interessa se eu gosto dele ou não, se critico o cara e quero mais é que ele faça merda pra mostrar que eu tô certa. Quem faz isso é o mesmo que aposta no Cartola, coloca o meia do time que joga contra o seu naquela rodada e comemora quando o féla da puta faz gol. Porra, meu irmão. Tá maluco?

Aí domingo no Dia das Mães dá show do Maraca e o que? Ah, eu amo meu time. Olha, só fodão. Aposto que criticou pra caralho o Dourado (eu tava lá, eu vi, seu demônio) e agora tá como? Abraçando a alma do 9. Rindo à toa. E ok, porque né, a gente é bipolar com o nosso time. Mas se liga. Ou depois não vai chorar quando o cara meter o pé e virar artilheiro isolado vestindo outra camisa.

Saudações Tricolores. #st

Eu no programa Globo Esporte: Clique aqui! 

Além disso, fui do programa Rock Bola na Rádio Cidade em 2015 e 2016, quando a rádio saiu do ar. Ah, eu também fui da Rádio Transamérica, do GloboEsporte.com e hoje trabalho na TV Esporte Interativo. Ufa!

Recordar é viver! Eu na Rede Globo no Fluminense 2×1 Bangu (Campeonato Carioca 2015)!

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