O “poder divino” do Fluminense




Fluminense Football Club
Fluminense / Camisa / Escudo

Fluminense entrega dois gols e o jogo para o Palmeiras

(por Lindinor Larangeira)

O “poder divino” do Fluminense

O Fluminense tem o poder divino de ressuscitar os mortos. Depois de Pedro, o tricolor trouxe à vida Vitor Roque. Ainda bem que vai jogar contra o Sport Recife somente no segundo turno.
Na noite de ontem, mesmo jogando um futebol pra lá de burocrático, o Palmeiras se aproveitou de duas falhas individuais para sair com três pontos do Maracanã. O tricolor entregou dois gols e a vitória ao verdão.

Mais uma partida que escancara as carências do elenco

Arias é história. Como a Libertadores, a Recopa e a espetacular campanha na Copa do Mundo de Clubes da Fifa, já estão no passado. O presente é de três derrotas seguidas, caminhando para fazer a quadra no Brasileirão.

A narrativa de que “perdemos para os três grandes favoritos ao título”, embora se sustente no factual, pois é óbvio que Cruzeiro, Flamengo e Palmeiras sejam os clubes que brigam pela taça, a argumentação só serve para tentar esconder o que está escancarado: o elenco do Fluminense é desequilibrado e tem muitas carências. Agravadas após a saída do principal jogador.

O time não tem criatividade e poder de definição. Um centroavante e um meia criativo são peças tão essenciais quanto urgentes em uma reconfiguração de elenco. Dinheiro para contratar tem. A diretoria que coce os bolsos e traga bons jogadores, e não refugos.

Não somente dois reforços: é preciso começar uma reformulação desde já

Um 9 que faça gols e um 10 que dê mais criatividade e qualidade ao meio-campo são contratações fundamentais para o restante da temporada. O elenco também carece de maior equilíbrio em outras posições. Um primeiro-volante, um zagueiro canhoto e um lateral-direito, seriam peças para se começar a construir um grupo capaz de enfrentar, tanto os adversários mais fortes do continente, quanto o irracional calendário do futebol brasileiro.

Como disse muito bem o parceiro Vinicius Toledo, “será que a diretoria do Fluminense vai pagar pra ver?”

Parece que, em relação à Copa do Brasil, a atual gestão tricolor apertou aquele botão e vai tentar a sorte. Uma derrota quarta-feira, no Beira-Rio, pode ser um resultado difícil de reverter na competição mais rentável do restante da temporada. Portanto, domingo Renato tem mesmo que “rodar o elenco”, pois o jogo mais importante do mês é o do meio da semana.

Time alternativo contra o São Paulo

Domingo é uma excelente oportunidade para poupar titulares e observar alguns jogadores. Como o treinador tem mudado o esquema de acordo com o adversário, um 3-5-2, com Bernal de primeiro-volante, Serna ou Soteldo e JK no ataque, testando Canobbio de volante pela esquerda, e com muitos garotos da base no banco, poderia ser a alternativa.

Sobre a coletiva dos treinadores

Um Renato apático, letárgico e com respostas repetidas foi uma imagem preocupante na entrevista coletiva pós-jogo. Por outro lado, o ótimo e polêmico Abel Ferreira perdeu uma excelente oportunidade de ficar calado. Querer criticar a torcida do Fluminense por ter vaiado o time? Francamente. Só faltou reclamar dos merecidos xingamentos da torcida à passividade do presidente Mário Bittencourt. E haja caju para o Bittencourt…

Sugestão de reforços

Como dizem os idiotas da objetividade, “criticar é muito fácil”. Mas quem se dá ao trabalho de ler os meus textos, sabe que, além da crítica, sugestões são sempre colocadas. Então, vamos a uma lista de compras, com a avaliação do preço dos passes, pelo site Transfermarkt:

Meia de criação – Lucas Ribeiro – Mamelodi – 2,5 milhões de euros – Claudinho – All-Sad – 15 milhões de euros.

Centroavante – Alerrandro – CSKA – 3,5 milhões de euros – Adrian Martinez – Racing – 3,5 milhões de euros – Facundo Colidio – River – 6 milhões de euros.

Cabeça de área – Nardoni – Racing – 11 milhões de euros – Mokoena – Mamelodi – 2,3 milhões de euros.

Zagueiro – Nino – Zenit – 11 milhões de euros.

Lateral-direito – Gaston Martirena – Racing – 6 milhões de euros.

  • PS1: Pior do que o Everaldo, só quem contratou o Everaldo…
  • PS2: Celebrar o que, Mário?
  • PS3: Telão na FluFest? Sei não…
  • PS4: Já ouço idiotas falando: “a culpa é da torcida”.
  • PS5: Galera, atitude bacana com Fábio e Cano, mas vamos poupar o Martinelli. Errar, todo mundo erra. Só não erra quem não tenta.

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