Copinha 2026: as joias do Fluminense e a necessidade de valorização da base




Fluminense estreia na Copinha 2026 nesta segunda-feira
Foto: Leonardo Brasil/FFC

O Fluminense estreia na Copa São Paulo de Futebol Júnior nesta segunda-feira sob a expectativa de encerrar um jejum histórico, enquanto lida com o desafio de aproveitar melhor seus talentos no time profissional.

A Copinha 2026 começa para o Fluminense nesta segunda (05/01), contra o Água Santa-SP, às 21h30, em Santana de Parnaíba. Sob o comando de Felipe Canavan, os “Moleques de Xerém” buscam o hexacampeonato para encerrar o jejum que vem desde 1989.

Com a estreia próxima, o Explosão Tricolor destaca três joias da base para você ficar de olho durante a disputa do principal torneio de base do Brasil.

Gustavo Felix, Gabriel Renan e Naarã Lucas

  • Gustavo Felix: O goleiro de 18 anos promete ser o “paredão” tricolor na Copinha 2026. Arqueiro completo, destaca-se pela frieza e eficiência em pênaltis. Ele já treina com o profissional e foi relacionado para alguns jogos, mas ainda não estreou no time principal.

  • Gabriel Renan: Protagonista nos títulos sub-17 de 2024 como meia, Gabriel migrou para o sub-20 em nova função. Agora volante, usa a sua visão diferenciada para qualificar a construção ofensiva, unindo combatividade e refino técnico desde a defesa.

  • Naarã Lucas: O camisa 10 do sub-20 equilibra criatividade e agressividade. Responsável pelo ritmo da armação, o meia também se destaca na chegada ao ataque, com ótimos números de gols e assistências. O seu talento é constantemente chancelado por convocações para a Seleção Brasileira de base.

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Opinião: O Fluminense precisa valorizar os Moleques de Xerém (por Leandro Alves)

“A Copa São Paulo de Futebol Júnior é, indiscutivelmente, a maior vitrine do futebol brasileiro. Se para clubes de menor expressão o torneio é uma oportunidade de vitrine para negociar promessas, para o Fluminense a competição deve ser encarada como um processo de maturação e promoção definitiva. No entanto, o Tricolor parece ter desaprendido a lapidar os seus jovens talentos na transição para o profissional.

Hoje, as joias de Xerém encontram-se no “fim da fila”, muitas vezes preteridas por medalhões, e acabam negociadas antes mesmo de entregarem retorno esportivo. O caso do meia Isaque é emblemático: vendido ao Shakhtar Donetsk aos 18 anos, ele hoje brilha na Ucrânia sem sequer ter tido uma sequência real no time das Laranjeiras.

Embora a saúde financeira exija vendas, é preciso entender que o uso das promessas no time principal não gera apenas lucro técnico, mas também valoriza o ativo para uma venda muito mais vantajosa no futuro.”

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Fluminense precisa aproveitar melhor os Moleques de Xerém

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