O Fluminense vive horas decisivas nos bastidores. Com o interesse do Palmeiras em Jhon Arias e a negociação avançada por Denis Bouanga, a diretoria tricolor precisa escolher onde investir os seus milhões para a temporada.
O Fluminense encontra-se em uma encruzilhada estratégica no mercado da bola. Após avançar significativamente nas tratativas com o Los Angeles FC pela contratação do atacante Denis Bouanga, o clube das Laranjeiras foi notificado sobre uma ofensiva agressiva do Palmeiras pelo meia-atacante Jhon Arias. Agora, a cúpula tricolor precisa decidir: garantir o retorno de um ídolo consolidado ou apostar em um novo artilheiro internacional.
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Até o presente momento, o Fluminense ainda não definiu se exercerá a sua prioridade de compra sobre Jhon Arias. Para repatriar o colombiano e impedir que ele reforce um rival direto, o Tricolor terá que igualar a proposta de 25 milhões de euros apresentada pelo Palmeiras.
A diretoria estuda a viabilidade financeira da operação, correndo contra o relógio, já que o prazo para a ativação da cláusula de preferência se encerra nesta quarta-feira. O investimento é alto, mas o peso técnico e emocional de Arias é inegável.
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Denis Bouanga: a prioridade para o ataque
Paralelamente ao imbróglio de Arias, o Fluminense mantém o foco na carência de um goleador nato. Denis Bouanga, destaque absoluto da MLS, é o nome escolhido pela diretoria. O clube já formalizou uma proposta de 15 milhões de dólares pelo atleta franco-gabonês, restando apenas detalhes burocráticos sobre a forma de pagamento para selar o acordo.
Os números de Bouanga impressionam e justificam o investimento: são 101 gols e 42 assistências em 152 jogos vestindo a camisa do Los Angeles FC. Ele chega com o status de solução imediata para o setor ofensivo.

O custo da escolha
A decisão passa diretamente pelo orçamento do clube. No cenário atual, optar pela volta de Jhon Arias significa desembolsar cerca de R$ 70 milhões a mais do que o valor proposto por Bouanga.
O Fluminense terá que equilibrar a balança entre a gratidão e a identificação de Arias com a necessidade técnica de um novo “matador” para os desafios que virão na temporada 2026.
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