Após o acerto do meia-atacante com o Palmeiras, o sócio Felipe Gurivitz formalizou um requerimento à diretoria tricolor solicitando a retirada imediata de fotos e registros do atleta das dependências das Laranjeiras e do Museu do clube.
A relação de idolatria entre a torcida do Fluminense e Jhon Arias sofreu um abalo irreversível. O que antes era admiração transformou-se em decepção após a confirmação da transferência do jogador para o Palmeiras.
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Na manhã deste sábado, o sócio contribuinte Felipe Gurivitz protocolou oficialmente uma solicitação à diretoria do Fluminense para a remoção de qualquer imagem ou homenagem ao colombiano na sede histórica de Laranjeiras. A informação foi antecipada pela página “Flumídia”.
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Abrangência do pedido e alegação de “quebra de confiança”
O requerimento não se limita a imagens isoladas. Ele abrange fotografias, objetos e registros audiovisuais expostos tanto na sede social quanto no Museu do Fluminense. O argumento central de Gurivitz é a “quebra de confiança” por parte do atleta, que era visto como um dos grandes pilares da história recente do clube.
Segundo o sócio, Arias teria descumprido compromissos verbais firmados anteriormente, nos quais teria garantido prioridade ao Fluminense em um eventual retorno ao futebol brasileiro.
O sentimento da torcida e os valores do clube
“O requerimento sustenta-se em um contexto público que gerou profunda frustração e sentimento de desrespeito por parte significativa da torcida tricolor”, declarou Felipe Gurivitz no documento apresentado à gestão do clube.
O texto do protocolo ainda ressalta que, embora o Fluminense tenha tradição em preservar a memória de seus ídolos, a manutenção de honrarias a um jogador que “maculou a relação de confiança” entra em conflito direto com os valores de fidalguia e lealdade que regem a instituição. Até o momento, a diretoria do Fluminense não se manifestou oficialmente sobre o pedido.
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