Após vitória no Maracanã, treinador tricolor explica improvisação de Serna como referência e detalha a importância de gerir os minutos de John Kennedy no comando ofensivo.
A vitória do Fluminense por 3 a 1 sobre o Bangu, na última segunda-feira, não serviu apenas para somar três pontos no Carioca 2026. O confronto no Maracanã reforçou uma nova alternativa tática para o técnico Luis Zubeldía: a utilização de Kevin Serna centralizado. Em entrevista coletiva após o jogo, o comandante argentino abriu o jogo sobre a disputa entre o colombiano e John Kennedy.
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A gestão de John Kennedy e a versatilidade de Serna
Zubeldía destacou a necessidade de preservar John Kennedy, único centroavante de ofício disponível no momento, enquanto elogiou a capacidade de Serna em se adaptar a diferentes funções no setor ofensivo.
– Francamente, eu gostaria que o John Kennedy pudesse marcar, que pudesse permanecer mais tempo no jogo para ter oportunidades, porque eu sei que o camisa 9 vive do gol. Mas também entendo que é uma posição em que hoje só temos ele, e isso me faz pensar que preciso equilibrar um pouco as decisões, os minutos e tudo mais, para que ele possa estar disponível jogo após jogo.
Sobre Serna, o treinador lembrou que o jogador já atuou em funções similares em passagens pelo futebol paraguaio e peruano.
– Nesse contexto começam a aparecer jogadores como alternativas, como o Serna. Sem ser a posição natural dele, ele já jogou um pouco ali, acho que no Paraguai jogou, e no Peru também. Talvez não como único referência, mas sim como um atacante mais misto. Pode ser uma variante com o John, pode ser uma opção para fechar um jogo ou diante de alguma necessidade eventual. Estamos trabalhando nisso. Não quero me adiantar no diagnóstico.
– O certo é que o Serna tem uma relação com o chute, com o gol, parecida com a do John. São jogadores que gostam do gol, então joguem onde jogarem, sempre vão ser uma ameaça. Podem estar fazendo uma partida ruim, mas aparecem e fazem um gol. Essa é a parte que mais gosto nos dois.
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O mercado e a busca por um “matador”
Apesar de testar Serna como um atacante de referência, a diretoria do Fluminense não esconde que a prioridade é reforçar o elenco com um goleador de peso. A carência na posição de referência tornou-se evidente após as tentativas frustradas nesta janela de transferências.
Até o momento, o Tricolor sondou e tentou negociar com três nomes de impacto: Hulk (Atlético-MG), Denis Bouanga (Los Angeles FC) e Alexis Cuello (San Lorenzo). Entretanto, nenhuma das tratativas avançou, mantendo o monitoramento do mercado ativo enquanto Zubeldía trabalha com as peças que tem em mãos.
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