Bastidores revelam estratégia da diretoria para testar nomes em perfis menores e silenciar fracassos em negociações; entenda por que o método faliu.
(por Vinicius Toledo)
Os bastidores das Laranjeiras fervem, e o motivo não é apenas a bola redonda que nos mantém no topo do Brasileirão. Informações recentes dão conta de um incômodo profundo da diretoria do Fluminense com a repercussão das negociações frustradas — de Hulk a Everton Cebolinha. A solução encontrada por Mattheus Montenegro e sua cúpula? Recorrer ao ‘Velho Testamento da Comunicação’.
A estratégia, que parece tirada de um manual de 1990, é clara: fechar a torneira da informação oficial e soltar ‘pílulas’ em perfis menores para testar a temperatura da torcida. É o famoso ‘se colar, colou’. Eles tentam manipular a opinião pública como se ainda vivêssemos na era do monólogo, onde a narrativa oficial era a única verdade absoluta.
⚠️ PLANTÃO: Últimas notícias do Fluminense [Clique aqui para ver o resumo de todas as movimentações de hoje]
O que eles não entenderam é que o torcedor do Fluminense de 2026 não é mais refém de ‘off’ plantado ou de silêncio estratégico. Quando a gestão tenta usar o sucesso em campo como anestesia para esconder falhas graves no planejamento — como a falta de um zagueiro e de um fazedor de gols a 11 dias do fim da janela —, ela subestima a inteligência de quem paga o sócio-futebol.
O tempo das pílulas de teste acabou. A patrulha está atenta, e o ‘Manual de 1990’ definitivamente não funciona em um mundo onde a transparência é exigência, não favor. Menos pílula, mais reforço.
LEIA TAMBÉM: Cano e John Kennedy no Fluminense: Narrativa vs. Realidade (por Vinicius Toledo)
Compartilhe o artigo em suas redes sociais!
Siga o Explosão Tricolor no WhatsApp, Facebook, Instagram e Rede X
E-mail para contato: explosao.tricolor@gmail.com

