Enquanto Luis Zubeldía encanta com o melhor futebol do país, Lindinor Larangeira questiona o silêncio da diretoria diante da mídia e os erros sucessivos de um scout que já custou milhões ao Fluminense.
Por Lindinor Larangeira
Enquanto o Fluminense tem dado conta do recado dentro de campo — e ouso dizer, jogando o melhor futebol entre os times brasileiros neste início de temporada —, fora dele, a história é outra. Tanto parte da imprensa quanto a diretoria tricolor não têm atuado na mesma sintonia.
A defesa institucional do clube, diante das tentativas de menosprezo de certos setores da mídia, tem sido feita de forma solitária. Não pelos cartolas ou pela assessoria de imprensa oficial, mas pela correta e competente jornalista Bárbara Coelho.
Apresentadora da Cazé TV, Bárbara tem rompido o discurso viciado do “O Fluminense está jogando bem, mas…”, comum entre seus colegas. Ela afirmou categoricamente que há um “constrangimento” ou até medo de muitos jornalistas em elogiar o clube, mesmo quando o time apresenta um futebol de altíssima qualidade. “Hoje, o melhor futebol é praticado pelo Fluminense”, disparou em plena Quarta-Feira de Cinzas.
Palmas para ela, que saiu da mesmice da crônica esportiva para dizer o óbvio. E palmas, claro, para o grande responsável por essa fase: o técnico Luis Zubeldía.
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Rodrigo Castillo: Planejamento falho ou desespero?
Se dentro das quatro linhas o Professor Zubeldía resolve, nos bastidores o amadorismo preocupa. A nova desistência da diretoria — a mais rápida de todas — foi Rodrigo Castillo, centroavante do Lanús. Após as investidas frustradas por Hulk, Denis Bouanga e Alexis Cuello, fica a pergunta: para que serve o scout do Fluminense?
Pensar em contratar alguém apenas por uma boa partida isolada é sinal de planejamento falho ou puro desespero? Os erros de gestão têm sido constantes. Para cada acerto como Lucho Acosta, temos equívocos caríssimos como Terans e Lezcano, que juntos custaram cerca de R$ 44 milhões aos cofres do clube.
O espírito de 2026 e a “cantilena” financeira
A sorte do torcedor nesta temporada é que John Kennedy resolveu levar o futebol a sério, com uma dedicação elogiável. Além dele, o garoto Bernal parece ter encarnado o espírito guerreiro de Jandir.
Mas sejamos realistas: para disputar o ano “à vera” e buscar títulos de expressão, é preciso contratar com critério. Ou será que seguiremos ouvindo aquela irritante cantilena de que “o Fluminense não tem o poder financeiro de outras equipes”? Dinheiro parece haver para tentativas de peso, o que falta é assertividade.
PS1: Foco total no Vasco. É vencer ou vencer.
PS2: Freytes no banco, por favor, Zubeldía!
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