Em noite de heróis e vilões no Maracanã, o Fluminense carimbou o passaporte para a decisão do Estadual. Confira a avaliação detalhada do Explosão Tricolor.
Na noite deste domingo (01/03), o Fluminense empatou em 1 a 1 com o Vasco da Gama, no Maracanã, e avançou à grande final do Carioca 2026. Por ter vencido o jogo de ida por 1 a 0, o Tricolor jogava pelo empate, que veio com doses de dramaticidade.
Fábio e Ganso foram os grandes nomes da classificação. O paredão tricolor defendeu um pênalti crucial, enquanto o camisa 10 saiu do banco para converter a penalidade que selou a classificação do Time de Guerreiros.
Confira abaixo as notas e a análise individual dos jogadores tricolores:
Fábio: Um dos grandes heróis da noite. Pegou um pênalti no segundo tempo em momento crítico e evitou que o rival ampliasse a vantagem. Fez defesas seguras e não teve culpa no gol sofrido. Nota: 9,5
Samuel Xavier: O lateral-direito teve uma atuação muito fraca. Foi nulo no apoio ao ataque e sofreu na marcação. Perdeu a bola na origem da jogada que gerou o pênalti para o Vasco. Nota: 2,0
Jemmes: O zagueiro esteve exposto em alguns momentos e sofreu dribles, mas ainda assim foi o jogador mais seguro da defesa tricolor. Cabeceou a bola que resultou no segundo pênalti para o Fluminense, convertido por Ganso. Nota: 6,5
Freytes: O argentino teve mais uma atuação desastrosa. Perdeu uma bola de forma ridícula no meio-campo e precisou parar o jogador vascaíno com falta, correndo o risco de ser expulso. De forma irresponsável e atabalhoada, cometeu o pênalti para o Vasco no segundo tempo. Nota: ZERO!
Renê: O lateral-esquerdo foi sem dúvidas o grande vilão do Fluminense no clássico deste domingo. Teve a chance de matar o confronto logo aos 3 minutos de jogo, mas perdeu um pênalti de forma bizarra. A penalidade desperdiçada por ele mudou a história do confronto. O Tricolor se abateu em campo, enquanto o Vasco cresceu no duelo e abriu o placar. O defensor, inclusive, cedeu a bola ao rival na origem do gol vascaíno. Nota: ZERO!
Martinelli: Um grande desperdício escalar o Martinelli como primeiro volante. Com a ausência do Facundo Bernal, o Moleque de Xerém foi escalado à frente da zaga e acabou não participando tanto das articulações ofensivas. Ainda assim, contribuiu nas saídas de bola da defesa. Nota: 6,5
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Hércules: O volante mais uma vez mostrou que está longe da sua melhor forma física e técnica. Não apresentou a mesma intensidade e dinâmica de Martinelli na função de segundo volante. Nota: 5,5
Lucho Acosta: Dúvida antes do clássico, o meia permaneceu em campo até o apito final. Não não conseguiu se destacar como nas partidas anteriores, mas não se escondeu em campo e buscou o jogo o tempo todo. Nota: 5,5
Kevin Serna: O atacante teve uma atuação muito discreta. Encontrou dificuldade para dar prosseguimento às jogadas e acabou sendo pouco produtivo. No segundo tempo, chegou a atuar como centroavante, mas não fez muita coisa. Nota: 4,0
Canobbio: O uruguaio brigou e correu bastante, mas novamente deixou a desejar nas tomadas de decisão. Finalizou mal quando teve oportunidade. Nota: 5,0
John Kennedy: Após um bom início de temporada, o atacante caiu de produção nos últimos jogos. Teve uma ótima chance no primeiro tempo, mas chutou para fora. Nota: 4,0
Reservas que entraram:
Guilherme Arana: O defensor acresceu mais qualidade e ofensividade à lateral-esquerda do Fluminense. Nota: 6,5
Savarino: O venezuelano se tornou a principal opção ofensiva do Fluminense no segundo tempo. Se movimentou bastante e fez boas jogadas. Nota: 6,5
Ignácio: O zagueiro entrou na vaga de Freytes e passou mais segurança que o titular. Nota: 6,0
Guga: O lateral está pedindo passagem no time titular. Mais uma vez entrou bem, acrescentando mais vigor e intensidade ao lado direito do Fluminense. Fez ótimos passes para o campo ofensivo. Nota: 6,5
Ganso: O veterano usou a sua experiência e qualidade para tranquilizar o meio-campo do Fluminense. Ainda chamou a responsabilidade e bateu o pênalti que selou a classificação tricolor. Nota: 8,5
Técnico
Luiz Zubeldía: Representando pelo auxiliar Maxi Cuberas, Zubeldía escalou o Fluminense com a mesma base titular dos últimos jogos. No entanto, o campo mostrou que algumas peças não podem ser mantidas no time titular, como no caso do zagueiro Freytes. Além disso, o treinador precisa explicar porque Renê foi o escolhido para bater primeiro pênalti da partida. Com o Tricolor perdendo e jogando muito mal, o argentino demorou demais para mexer no segundo tempo. Quando resolver mexer, o Time das Laranjeiras melhorou e buscou o empate. Foi sem dúvidas o pior jogo do Fluminense em 2026, mas o empate foi suficiente para selar a classificação. Nota: 4,0
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