Tradicional Diário Olé destaca o momento iluminado do “caçula” do grupo e alerta para o perigo de Sebastián Villa; confira a análise dos nossos adversários.
O sorteio da Copa Libertadores 2026 repercutiu forte na Argentina, especialmente pelo fato de o Independiente Rivadavia, de Mendoza, fazer sua estreia histórica na competição justamente no grupo do Fluminense. O tradicional Diário Olé trouxe uma análise detalhada sobre como os rivais do Tricolor chegam para a disputa, e o sinal de alerta está ligado.
Para os argentinos, o Rivadavia vive um momento “único e incomparável” após 113 anos de espera. Mas, para além da festa, os números mostram um time competitivo que pode complicar a vida do time de Luis Zubeldía.
O “Cuco” e a Estrela
A imprensa argentina destaca o atacante Sebastián Villa (ex-Boca Juniors) como o capitão e a grande figura da equipe. Villa é conhecido por sua velocidade e drible, características que podem castigar defesas expostas. Além dele, o atacante Fabrizio Sartori vive fase iluminada, sendo um dos artilheiros do torneio argentino com cinco gols.
O retrospecto recente do Independiente Rivadavia impressiona: no Torneio Apertura, eles lideram a sua zona e não perderam para nenhum dos “grandes” da Argentina, acumulando empates contra River Plate e Racing, além de uma vitória sobre o Independiente de Avellaneda.
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A visão sobre Bolívar e La Guaira
O Olé também analisou os outros componentes do Grupo C:
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Bolívar: Destacado como o “rei da altitude”, jogando sua 40ª Libertadores e apostando no faro de gol do veterano Martín Cauteruccio.
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Deportivo La Guaira: Visto como um time que busca redenção após uma lanterna na edição passada, mas que chega embalado pela liderança invicta no campeonato venezuelano em 2025.
Análise do Explosão Tricolor
Apesar do otimismo argentino com o Rivadavia, o Fluminense entra como o grande favorito. A “casca” internacional de alguns nomes do atual elenco e a organização tática de Zubeldía são trunfos que o Independiente Rivadavia ainda não testou em solo continental. O desafio será não cair na “catimba” típica de um time que joga a vida em cada dividida.
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