“Raro e lindo de ver”: Milly Lacombe exalta o Fluminense de Luis Zubeldía




"O Fluminense ganhou do Corinthians". Confira a análise de Milly Lacombe sobre a "combinação rara" de qualidades do time de Zubeldía no Brasileirão 2026.
Luis Zubeldía

Colunista do UOL destaca a mistura de “toqueira” com intensidade física e elogia a manutenção do legado de Diniz pelo técnico argentino.

(por Vinicius Toledo)

A vitória acachapante do Fluminense sobre o Corinthians por 3 a 1 continua ecoando na imprensa nacional. Em sua coluna no portal UOL, a jornalista Milly Lacombe não poupou elogios à montagem do elenco tricolor e, principalmente, à inteligência de Luis Zubeldía em aproveitar o legado deixado por seu antecessor.

Para Milly, o Fluzão de 2026 reúne uma combinação de qualidades raras: defensores fortes, volantes que poderiam ser meias e atacantes que “alargam o jogo” com drible e linha de fundo.

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O Legado de Diniz e a “Toqueira” de Zubeldía

Um dos pontos altos da análise é a observação de que o “futebol de rua” e a saída de bola curta — marcas registradas da era Diniz — continuam vivas sob o comando do argentino.

“Zubeldia montou um time que respeita a brasilidade do futebol de rua, um legado deixado por Diniz e inteligentemente respeitado pelo argentino. Contra o Corinthians teve muita saída de bola desde os pés de Fabio com ‘toqueira’, mas ninguém parece perceber quando quem faz isso não é um time comandado por Diniz”, destacou a colunista.

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John Kennedy marcou o primeiro do Fluminense na vitória por 3 a 1 sobre o Corinthians
John Kennedy – Foto: Marcelo Gonçalves / FFC

“O Fluminense ganhou do Corinthians”

Milly também rebateu a narrativa de que o adversário “perdeu o jogo sozinho”, invertendo a lógica para dar os méritos a quem realmente jogou bola. Segundo ela, nem mesmo a arbitragem ruim foi capaz de tirar a alegria do Flu em campo.

“Ver o Fluminense em campo é lembrar o que o futebol pode ser. É alegria, ofensividade, criatividade e vontade incontida de fazer mais gols. E é lindo de ver”, concluiu.

Análise do Vinicius Toledo

A Milly Lacombe foi no ponto central: o Zubeldía não teve o ego de querer apagar o que estava funcionando. Ele adicionou o “veneno” da velocidade e a solidez defensiva (como o Freytes e o Jemmes que o Lindinor elogiou), mas manteve a essência plástica do nosso jogo.

O Fluminense hoje é o time que todo entusiasta de futebol gosta de assistir, menos os nossos adversários, claro. É o reconhecimento de que o trabalho no CT Carlos Castilho está sendo feito com uma visão de longo prazo que poucos clubes no Brasil possuem.

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Sobre Vinicius Toledo 1213 Artigos
Criador do Explosão Tricolor e atuando na cobertura jornalística do Fluminense desde 2014 com milhares de matérias e colunas publicadas sobre futebol, gestão e política. Formação acadêmica de Administração e especialização em Finanças e Marketing. Saudações Tricolores!