Aos 68 anos, o “Mão Santa” nos deixa após uma longa e corajosa batalha contra um câncer cerebral.
O esporte brasileiro perdeu um de seus maiores gigantes nesta sexta-feira (17/04). Oscar Schmidt, a lenda eterna do basquete, faleceu aos 68 anos em decorrência de uma parada cardiorrespiratória. O ex-atleta lutava desde 2011 contra um tumor cerebral, enfrentando a doença com a mesma resiliência e determinação que o tornaram o maior cestinha da história do basquete nacional.
Em nota oficial, a família destacou o legado de Oscar: “Oscar enfrentou com coragem, dignidade e resiliência a sua batalha contra um tumor cerebral, mantendo-se como exemplo de determinação, generosidade e amor à vida. Ele deixa um legado que transcende o esporte e inspira gerações”.
Uma carreira de recordes
Dentro das quadras, Oscar Schmidt foi sinônimo de precisão e patriotismo. Ele detém o recorde de maior pontuador da história dos Jogos Olímpicos (1.093 pontos) e da Seleção Brasileira (7.693 pontos). Mesmo sem ter jogado na NBA — por opção, para não perder o direito de defender a Seleção na época —, Oscar é reverenciado globalmente, integrando o prestigiado Hall da Fama do Basquete e o Hall da Fama da NBA.
Fluminense lamenta a perda
O Fluminense Football Club utilizou as suas redes sociais para prestar uma última homenagem ao ídolo. O clube manifestou profundo pesar e solidariedade aos familiares e fãs do eterno camisa 14.
Oscar deixa a esposa, Maria Cristina, e os filhos Filipe e Stephanie. O Brasil hoje chora a partida de um atleta que ensinou que, com treino e dedicação, não existe arremesso impossível.
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