Sem Savarino e Facundo Bernal: O desafio do Fluminense na estreia da Copa do Brasil




Rodrigo Castillo é uma esperança de gol no Fluminense
Rodrigo Castillo - FOTO: LUCAS MERÇON / FLUMINENSE F.C.

Sem Savarino e Facundo Bernal, poupados pelo departamento médico, Tricolor pode ter mudança tática para encarar o Operário-PR no Paraná.

Por Vinicius Toledo

Fala, galera tricolor! Tudo tranquilo?

Hoje é dia de estreia do Fluminense na Copa do Brasil. Nossa primeira parada é em Ponta Grossa, no interior do Paraná, contra o Operário-PR. Para quem não está acompanhando de perto o adversário, aviso logo: eles são bicampeões paranaenses e estão em sétimo na Série B. Não vai ter vida fácil.

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Lembrando que o Prime Vídeo transmite o duelo com exclusividade às 21h30.

Dificuldade dobrada

O que esperar desse jogo? Logo de cara, dificuldade. E o cenário apertou após a confirmação de que o volante Facundo Bernal e o atacante Savarino não jogarão. A comissão técnica resolveu poupá-los para um trabalho físico especial.

Se lembram do que falei antes do jogo contra o Coritiba? Pois é, não dá para lutar contra o corpo humano e a ciência. O calendário é cruel e a conta chega.

Savarino fará falta contra o Operário-PR
Savarino – FOTO: LUCAS MERÇON / FLUMINENSE F.C.

O que tirar da cartola?

Ainda sem o Lucho Acosta, o Fluminense terá que se superar para trazer a vitória do Estádio Germano Krüger. Talvez o caminho seja fechar o meio de campo com três volantes e forçar o jogo pelos lados.

A minha dúvida é saber se Samuel Xavier, Renê, Canobbio e Kevin Serna conseguirão entregar a intensidade necessária e, principalmente, a qualidade na “última bola” para servirem Rodrigo Castillo ou John Kennedy. Sem criação centralizada, a precisão nos cruzamentos e infiltrações laterais será vital.

A variação com três zagueiros

Na semana passada, sugeri o esquema com três zagueiros como alternativa à falta do Lucho. Não sei se alguém da comissão técnica leu o artigo, mas o repórter Pedro Brandão informou que Zubeldía tem treinado essa variação.

Eu acho extremamente válido. Além de liberar os alas para atacarem mais, ganhamos estatura para tentar acabar de vez com o crônico problema do nosso jogo aéreo defensivo.

O recado é claro: É se doar na marcação de forma organizada e ser letal lá na frente. Trazer uma vantagem para o Rio é fundamental para termos paz no planejamento da Libertadores.

Forte abraço e Sudações Tricolores!

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Sobre Vinicius Toledo 1366 Artigos
Criador do Explosão Tricolor e atuando na cobertura jornalística do Fluminense desde 2014 com milhares de matérias e colunas publicadas sobre futebol, gestão e política. Formação acadêmica de Administração e especialização em Finanças e Marketing. Saudações Tricolores!