O Fluminense apresentou um futebol taticamente pobre, sofreu com a falta de leitura de Zubeldía e arrancou um empate chorado nos acréscimos contra o Massa Bruta.
Por Vinicius Toledo
Fala, galera tricolor!
Que retorno de “M” do Fluminense, hein… Taticamente, uma tragédia. O time não apresentou o mínimo de organização. Setores espaçados, marcação frouxa, muitos buracos, laterais sofríveis e uma lentidão desesperadora na transição. O primeiro tempo foi, simplesmente, pavoroso.
Já no segundo, o time até correu mais, mas o futebol continuou sofrível. O que mais irritou foi a nítida falta de leitura do técnico Luis Zubeldía.
Com a entrada de Canobbio, o lado direito ganhou vida, mas o lado esquerdo também precisava de um fator de desequilíbrio. Sendo assim, a entrada de Soteldo seria a melhor alternativa para sufocar o adversário pelos dois lados — especialmente considerando que o Fluminense só poderia fazer mais uma substituição, o RB Bragantino estava com um a menos, e nomes como John Kennedy e Hulk já estavam em campo. Porém, o argentino optou por Germán Cano.
Apesar desse show de lambanças, o “cara lá de cima” teve piedade da torcida tricolor e o gol chorado de Ignácio, nos acréscimos, salvou o empate de 1 a 1.
Eu sei que o retorno de uma longa parada é sempre complicado, mas isso não é um problema exclusivo do Fluminense. O que resta saber é se Zubeldía seguirá insistindo nessa mesma “panelinha de testosterona zero”…
Curtinhas:
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Júlio Fidelis para ontem na lateral-direita.
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Riquelme não estava nem no banco…
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Jemmes se arriando para cabecear uma bola que veio um pouco abaixo do joelho. Vendo esse lance atrás do gol, a minha coluna quase travou…
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