A culpa é da torcida? O Fluminense, a busca pelo camisa 9 e a “lógica perversa”




Lindinor Larangeira analisa a insatisfação do presidente Mattheus Montenegro com as cobranças da torcida e o prazo final da janela de transferências.
Foto: Fluminense FC
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Lindinor Larangeira analisa a insatisfação do presidente Mattheus Montenegro com as cobranças da torcida e o prazo final da janela de transferências.

(por Lindinor Larangeira)

No último domingo, o Explosão Tricolor trouxe uma notícia que ecoou forte nos bastidores: a insatisfação do presidente Mattheus Montenegro com a postura da torcida do Fluminense nas redes sociais. Segundo apuração do canal “Sentimento Tricolor”, o mandatário entende que o torcedor está mais focado em cobrar um centroavante do que em celebrar o recorde de 16 vitórias como mandante.

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A carência de um camisa 9 vem de longe

Em primeiro lugar, avalio positivamente o início de gestão de Montenegro, mas isso não anula o dever da crítica. Desde o ano passado, é quase unanimidade que a maior lacuna do elenco é a ausência de um camisa 9 confiável.

Quando o técnico Zubeldía aponta “falta de contundência”, ele talvez esteja falando justamente dessa peça. A torcida reconhece o ótimo trabalho da comissão técnica, mas sabe que, para grandes conquistas, o detalhe da finalização é decisivo.

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Lindinor Larangeira analisa a insatisfação do presidente Mattheus Montenegro com as cobranças da torcida e o prazo final da janela de transferências.

“Só 10 mil?” e a lógica da culpa

Na segunda-feira, a parcial de 10 mil ingressos para a semifinal contra o Vasco gerou o rótulo de “torcida modinha”. É a lógica perversa de que a culpa é sempre de quem apoia. Sim, 10 mil é pouco e precisamos de 50 mil no Maracanã para quebrar o recorde histórico, mas rotular o torcedor que cobra reforços como culpado é um erro de leitura.

O relógio da janela de transferências

Hoje é terça-feira, 24 de fevereiro. A janela fecha em uma semana. Teremos um centroavante e um zagueiro de peso? A simples cogitação de nomes como Gabriel Ávalos (o “Everaldo paraguaio”) já causou arrepios. O Fluminense não é “primo rico”, por isso precisa ser cirúrgico.

Antes da decisão no Carioca, o desafio é o Palmeiras, na Arena Barueri. É hora de virar a chave, mas sem esquecer que a cobrança por qualificação é o que move um clube que quer vencer.

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Sobre Vinicius Toledo 968 Artigos
Criador do Explosão Tricolor e atuando na cobertura jornalística do Fluminense desde 2014 com milhares de matérias e colunas publicadas sobre futebol, gestão e política. Formação acadêmica de Administração e especialização em Finanças e Marketing. Saudações Tricolores!