Escalação de árbitro polêmico para a semifinal e “coincidências” estatísticas ligadas ao rival acendem o sinal de alerta nas Laranjeiras.
(Por Lindinor Larangeira)
Não, prezadas leitoras e prezados leitores, não quero fomentar qualquer teoria conspiratória. Pois, como disse Thomas Jefferson, um dos Pais Fundadores dos EUA: “O preço da liberdade é a eterna vigilância”.
Este texto é apenas um alerta baseado em observações sobre uma crise alheia, à qual o Fluminense nada tem a ver, mas que pode ajudar a aprofundar caso um conjunto de “exóticas coincidências” venha a acontecer.
Resultados improváveis e a classificação do rival
Após a quase humilhação de não passar de fase no Carioca — o que esteve bem próximo após a derrota no Fla-Flu — o Flamengo precisava de uma série de resultados que desafiavam a estatística. Coincidentemente, Madureira, Boavista e Nova Iguaçu foram muito mal na reta final, e o que era quase impossível aconteceu. Não se trata de ilação, mas de constatação de fatos.
De favorito absoluto a um possível fiasco completo no trimestre, após as derrotas para Corinthians (Supercopa) e Lanús (Recopa), sobrou apenas o Carioca para o nosso rival. A vaga deles na final está encaminhada. Do outro lado, mesmo com vantagem, o Fluminense tem um clássico — jogo que sempre iguala os desiguais.
O fator arbitragem: Wagner do Nascimento Magalhães
Para essa partida decisiva, a FERJ escalou Wagner do Nascimento Magalhães. Para quem não se lembra, é o mesmo que vibrou com o gol rubro-negro no Fla-Flu que decidiu o Carioca de 2017. Por que não um árbitro FIFA? Por que não alguém menos polêmico?
“Eu non creo nas meigas, mais habelas, hainas” (Não acredito em bruxas, mas que elas existem, existem). O ditado galego resume bem: embora sejamos racionais, é preciso reconhecer fenômenos estranhos.

Vigilância dobrada para a diretoria
Futebol também se ganha fora de campo. A diretoria do Fluminense deve ficar atenta. Afinal, apesar de o Vasco ter história e camisa pesada, hoje é um adversário mais acessível do que o Tricolor, que tem sido um verdadeiro pesadelo para a nossa “dissidência”.
Olho vivo, diretoria. Todo cuidado é pouco. Afinal, como diz o personagem de Tropa de Elite: “O sistema é f…”.
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