Aconteceu cada coisa em 2017…




Amigos Tricolores, último dia do ano e vamos à retrospectiva 2017 do Fluzão, onde não falarei de números. Aqui só interessam fatos inusitados, de uma temporada muito fraca do nosso Fluminense.

Alguém lembra, por exemplo, do golaço do Scarpa, que o Fluminense queria indicar inclusive ao Prêmio Puskas? Foi contra o Globo, do Rio Grande do Norte, pela Copa do Brasil, de antes do meio de campo, ao observar o goleiro adiantado.

E a furada do ano? Ah, Renato Chaves… Foi feio… Furou no domínio da bola no primeiro jogo da final do Estadual, e o Flu levou o único gol da partida, o que depois acabou custando o título.

A garfada que doeu: só o Wagner do Nascimento Magalhães e asseclas não viram o Rever subir nas costas do Henrique e cabecear para o Cavalieri dar rebote e o time da Gávea empatar a final do Estadual na mão grande. Depois viraram, nos acréscimos, quando até nosso goleiro já estava expulso. Troféu Stevie Wonder.

Um vício que irritou: tomar gol no fim do jogo.

Me engana que eu gosto: o título da Taça Guanabara, que não serviu para nada. Mas bem que os urubus queriam…

O silêncio que emocionou: o estádio emudeceu na homenagem ao filho do Abel. Foi o minuto de silêncio mais comovente que presenciei.

Uma dor que ninguém merece: Abel perdeu um filho, e o treinador Perkovich, do Sub-20, perdeu duas filhas num acidente de carro. Fico sem palavras para exprimir tanta dor… Deus esteja com eles!

O torcedor que fará falta: meu amigo Maurício Lima, um tricolor dos mais apaixonados, e que também nos deixou em 2017…

A volta dos que não foram, Ia ia ia e acabou não “fondo” : Wellington Silva, vendido para o Bordeaux e devolvido por problema médico.

A ida dos que não vieram: Alexandre Torres. Na verdade nunca chegou, e já se foi…

Quem parte e leva saudade. Richarlison. Depois de vendido o time caiu muito.

E o Troféu Carniceiro? Douglas Lima, do Madureira, que entrou com tudo contra o Scarpa num lance na lateral e quebrou a perna dele. Fala sério!

E a contusão mais mala? A artrite reativa que perseguiu o Douglas…

Alguém lembra dele? Pierre, jogou apenas 8 partidas no ano.

Esperava muito mais: do Lucas Fernandes, que não disse a que veio…

Chegou, agradou, enganou e broxou: Lucas

Melhor jogador do ano: Henrique Dourado, artilheiro do Brasileirão.

Pior jogador do ano: Romarinho. Jogador da Série D não é para o Fluzão!

Um Estado que nos ajudou: Pará, que fez um gol contra a nosso favor.

Um Estado que atrapalhou: Maranhão. Joga nada! Sarney que o carregue…

Um vício que irritou: tomar gol no fim dos jogos.

Xingamento mais ouvido no ano: “Hei, Abad: …”

Jogador mais rápido do ano: Robinho, expulso em 75 segundos.

O verbo mais mala: o adversário propôs jogo.

Uma esperança olímpica: o time das Guerreiras, que ainda não vai ganhar a Superliga, mas vem mostrando evolução!

O fim de uma escrita: Eliminamos a LDU! E ainda despejamos o Orejuela lá!

A escrita que virou garrancho: Chapecoense

Diga ao povo que fico: Abel Braga

Não fede nem cheira: Flu Samorin

Uma covardia: colocar Diego Cavalieri e mais alguns numa barca de dispensas.

Uma covardia inacreditável: marginais que se dizem torcedores do time da Gávea atingiram o joelho operado do Marquinhos Calazans, ao reconhecerem nosso jogador na noite. Dá para acreditar nisso? Onde o mundo vai parar?

É isso aí, Amigos Tricolores! Deixo meu abraço a todos, agradecendo ao prestígio na leitura de nossos textos, notícias e informações.

Tudo de bom para todos e suas famílias em 2018, com excelentes realizações pessoais e, se Deus quiser, com um Mundo melhor e menos violento, um país muito menos corrupto e um Rio de Janeiro reagindo!

Não custa lembrar: os torcedores dos outros times apenas não têm a sorte de amar o Fluminense. Mas eles não são nossos inimigos, jamais! São apenas adversários! Absurdo que morram pessoas em nome do futebol! Absurdo que o tricolor Pedro Scudieri ainda esteja se recuperando de uma agressão covarde e estúpida, no início do ano!… Absurdo o que fizeram com Marquinhos Calazans. Cadeia para os culpados!

A minha opinião é a minha. A sua é a sua! E todos temos nosso direito sagrado de pensar com nossas convicções!

Muita paz e amor!

E a certeza de que, respeitando todos os demais,

O IMPOTANTE É O SEGUINTE: SÓ DÁ NENSE!!! 

FELIZ 2018!!! 

Por PAULONENSE, com um coração tricolor apaixonado pulsando aqui no peito / Explosão Tricolor



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