Admiração por Fred, regularização dos salários, projeção para o Brasileirão e muito mais: leia a entrevista coletiva de Evanilson




Foto: Lucas Merçon / Fluminense F.C.



Atacante concedeu entrevista coletiva após o treino da manhã desta sexta-feira

No início da tarde desta sexta-feira (24), o atacante Evanilson concedeu entrevista coletiva no CT Carlos José Castilho. O camisa 99 falou sobre sua admiração por Fred, briga por posição com o ídolo, regularização dos salários, projeção para o Brasileirão, situação física do time, posicionamento em campo e muito mais. Confira abaixo todas as respostas do jogador:

Admiração por Fred

– Eu fiquei até surpreso no dia da camisa. Ele conversou comigo, disse que não tinha problema nenhum eu ficar com a 9. E falei: “Que isso, cara. A 9 é sua. Pode ficar tranquilo com isso. Com todo respeito, a 9 é sua”. Ele perguntou se eu ficaria chateado, eu respondi: “É uma honra passar ela para você”. Venho conversando com o Fred direto, pedindo dicas, porque ele é um grande ídolo, experiente. E ele vem ajudando bastante não só eu, como os outros jogadores também, dentro e fora de campo. O que fico mais impressionado é a finalização dele. Ele dentro da área, como se posiciona… Fico observando de fora e fico com olho brilhando. Ele finaliza muito bem de cabeça, com os pés. Aos poucos estou aprendendo isso com ele.

Briga por posição com o ídolo

– Primeiramente é gratificante estar em um grande clube como o Fluminense e disputar posição com um ídolo do futebol. É uma honra disputar vaga com Fred. Mas pode ter jeito de jogarmos juntos também. Trabalhei muito na base para chegar a este momento, disputar vaga com grandes jogadores. Fico feliz. Vamos ver o melhor esquema que o treinador fará, jogar nós dois juntos, ele, eu, o que for melhor para o grupo, para sairmos vitoriosos. Não ligo de ficar no banco. Quem tiver melhor, joga. O principal é a equipe estar ganhando, fazendo bons jogos.

Posicionamento em campo 

– Estou preparado para o que vier. Se eu jogar de centroavante ou de lado, não me importo. Na base eu jogava aberto ou de ponta. No ano passado ou retrasado que virei centroavante, consegui fazer gols no Sub-20 e subi e aproveitei a chance no profissional. Não vejo problema nenhum se o Odair quiser me testar na ponta. Vou procurar trabalhar e dar o meu melhor para poder ajudar a equipe.

Regularização dos salários

– Ficamos felizes. Viemos trabalhando firme nesses últimos jogos. Sabíamos que o presidente, na hora certa, faria a parte dele. Deixou os salários em dia. Ficamos gratos por essa luta. Isso ajuda bastante sim. É um passo muito importante. Focaremos mais ainda para começar o Brasileiro bem.

Mudança de esquema tático

– Antes da pandemia eu estava acostumado a jogar ali por dentro com o Nenê, agora ele está pela ponta. Nessa nova formação jogamos bem contra o Flamengo, marcamos bastante, criamos e tivemos chance e creio que tenha influenciado o Odair a seguir jogando assim. Não vejo dificuldade para mim. Se precisar voltar para marcar, receber bola, continuarei ajudando. E vamos nos encaixar direitinho para fazer um bom Brasileiro.

Situação física do time

– Desde que voltamos, já recuperamos fisicamente sim. Estamos 100%, preparados para o início do Brasileiro. Nos treinamentos dá para ver que nossa equipe já está bem preparada.

Projeção para o Brasileirão

– Nós conversamos bastante, o treinador, o presidente falam conosco. Fazemos reunião entre nós, jogadores. E discutimos isso. Se continuarmos focados e trabalhando temos condições de brigar por coisa boa. Não sei dizer qual pontuação podemos chegar, mas temos time para brigar pela parte de cima da tabela com certeza. Precisamos fazer um bom início. Estamos trabalhando forte para isso. Minha expectativa está lá em cima para esse início de Brasileiro. Estou muito ansioso. Estou muito feliz com nossa forma de jogar, espero fazer um bom campeonato. É meu primeiro, joguei apenas o último jogo no do ano passado, fiz um bom jogo contra o Corinthians. Espero repetir aquela atuação em vários jogos.

Ausência da torcida nos jogos

– Temos que estar preparados psicologicamente para esses tipos de jogos. Jogar contra torcida é difícil, os outros sabem que jogar aqui na nossa casa com a torcida pressionando também é difícil. Temos que estar com a concentração maior ainda. Eu vinha jogando na base, que não tem muito público, então já estou acostumado. Achei que fosse jogar o Brasileiro com várias torcidas. Mas vai ser um campeonato diferente, sem torcida. Mas nosso time está preparado para o que vier.

Gols marcados contra rivais

– Fico feliz em poder marcar gols contra Vasco e Flamengo, são grandes clubes do futebol brasileiro. Espero que saia amanhã no amistoso. Vamos jogar como se valesse os três pontos. Clássico vocês sabem como é. Se sobrar uma bola lá… Se eu fizer o gol, ficarei muito feliz.

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Por Explosão Tricolor 

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