Ainda faltam os noventa minutos do Maraca…




Foto: Vinicius Toledo / Explosão Tricolor

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Após o empate com o Nacional-URU, no Engenhão, grande parte da torcida cravou que o Fluminense seria eliminado na partida de volta. Na época, cheguei a comentar que acreditava na classificação. Uma meia dúzia me chamou de alienado, lunático, maluco, etc… No campo e na arquibancada, encaramos a batalha de Montevidéu de peito aberto e fizemos história. Silenciamos o caldeirão lotado de uma das torcidas mais fanáticas da América do Sul com uma bela atuação no campo e muito amor na arquibancada.
Uma semana depois da épica vitória no Gran Parque Central, marchamos rumo à Arena da Baixada, em Curitiba, para enfrentar o Atlético-PR. Assim como no Uruguai, marquei presença na capital paranaense. Sempre deixei claro que não estava iludido, mas que apoiar o Fluminense numa competição continental é algo sagrado e que a torcida tem que abraçar a causa.
Infelizmente, perdemos a primeira batalha da semifinal da Copa Sul-Americana. Pelos quinze minutos finais, dá para afirmar que o prejuízo poderia ter sido ainda maior. Sobre o restante do jogo, acho que os dois times tiveram momentos alternados.
Por ter acompanhado diretamente da Arena da Baixada, confesso que a porrada doeu. E doeu muito. Por mais que tenhamos total consciência sobre as limitações do time, o lado torcedor sempre fala mais alto. A gente esquece os problemas, veste a camisa e encara o mundo sem medo de ser feliz. Sempre foi assim. E assim sempre será. É o amor que transcende o universo, espaço e tempo.
O placar de 2 a 0 não é impossível de, no mínimo, ser igualado no jogo de volta para decidir nos pênaltis. É muito possível. Primeiramente, o Atlético-PR só tem força dentro do “ginásio de grama sintética” deles. Fora de Curitiba, eles possuem um péssimo aproveitamento. Possuem dificuldade até de fazer gol. Esse histórico é garantia de algo? Claro que não. Mas não custa nada ressaltá-lo. O que mais me preocupa de verdade é a incapacidade do Fluminense de fazer gols.
Agora não adianta chorar, criticar ou até mesmo politizar a derrota. Não é o momento para qualquer tipo de manifestação contrária. Temos que definir logo nossa situação no Campeonato Brasileiro. E esse jogo contra o Sport tem que ser encarado como uma grande decisão.
Sobre o próximo dia 28, só tenho uma coisa a dizer: ainda faltam noventa minutos do Maraca…
Forte abraço!
Vinicius Toledo

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