
Fluminense joga mal em Saquarema, sofre com lesão de John Kennedy e vê garoto Matheus Reis como único ponto de luz em derrota marcada por falha defensiva.
Fala, galera tricolor!
Deu ruim, né? O time alternativo do Fluminense foi derrotado pelo Boavista por 1 a 0, em Saquarema. O roteiro? Mais um gol sofrido pelo alto. Desta vez, Júlio Fidelis e Igor Rabello “deram mole” na marcação e o prejuízo foi inevitável.
Sendo bem sincero: o Fluminense jogou mal. Em nenhum momento a rapaziada comandada pelo técnico Maxi Cuberas deu sinais de que envolveria o adversário. O time foi estático, previsível e dependeu quase que exclusivamente de lampejos individuais.
O destaque positivo: Matheus Reis
Se alguém se salvou, esse alguém foi o garoto Matheus Reis. Gostei muito do que vi. Ele foi participativo durante os noventa minutos: driblou, jogou de forma vertical, finalizou com perigo, criou jogadas e sofreu faltas. O moleque está pedindo passagem. O problema é que faltou um meia de ligação para dialogar com ele e, principalmente, uma referência na área para aproveitar suas jogadas.

A decepção: Lezcano apagado
E por falar em meia de ligação, o que dizer da atuação do Lezcano? Infelizmente, foi uma grande decepção. Atuação muito apagada; não teve a atitude necessária de quem precisa conectar o meio ao ataque. Contra o Madureira, ele pisou na área e até fez gol, mas em Saquarema, o paraguaio sumiu. Espero que seja apenas uma oscilação natural de início de temporada, pois ele tem recursos técnicos, mas precisa de uma postura mais competitiva.
O Agner, que entrou no seu lugar, ao menos teve a atitude de tentar encostar no ataque, embora não tenha conseguido mudar o cenário do jogo.
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Reforços e ausências
Sobre os novos rostos, gostei bastante do Jemmes. Seguro na defesa, apresentou uma boa saída de bola e quase marcou um golaço ao acertar o travessão. Já o Guilherme Arana teve uma participação discreta, sem o brilho que se espera de alguém com o seu currículo.
É preciso considerar também dois fatores fundamentais para a queda de rendimento: a ausência do Santi Moreno e a saída prematura do John Kennedy (que sentiu o tornozelo no fim do primeiro tempo). Os dois foram os pilares da vitória na estreia e o time sentiu falta desse “peso” ofensivo.
O futuro e o “furo” do Premiere
Bola para frente, mas a cabeça do torcedor já está no mercado. O repórter Juliano Lima, do Premiere, soltou a bomba de que o Fluminense teria 15 milhões de euros (R$ 90 milhões) para contratar um camisa 9. Se for verdade, a diretoria já entendeu que não dá para brincar. A lesão do JK e a falta de repertório hoje em Saquarema só confirmam: o “9” é pra ontem!
Forte abraço e ST!
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