Derrota para o Palmeiras: o Fluminense não foi “guerreiro”, ele jogou muita bola!




Guga em ação pelo Fluminense contra o Palmeiras
Guga
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Vinicius Toledo analisa a atuação técnica do Fluminense contra o Palmeiras, destaca o trabalho de Zubeldía e cobra reforços de peso para a diretoria.

(por Vinicius Toledo)

Fala, galera tricolor! Tudo tranquilo?

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A derrota do Fluminense para o Palmeiras por 2 a 1, na Arena Barueri, deixou muita gente falando que o Tricolor foi “guerreiro” e lutou até o fim. Peço licença, mas eu discordo. Discordo muito.

Dizer que o time foi apenas aguerrido é diminuir o que a rapaziada do Zubeldía fez em campo. A verdade é que os caras jogaram muita bola.

É bem verdade que os primeiros vinte minutos foram pavorosos. A impressão que passou é a de que uma goleada histórica estava se desenhando contra nós. Foi um início ruim, onde apenas Guga e Savarino davam sinal de vida. Até o Martinelli, sempre regular, estava péssimo.

Savarino foi o melhor em campo do Fluminense contra o Palmeiras
FOTO: LUCAS MERÇON / FLUMINENSE F.C.

No entanto, a partir da segunda metade da etapa inicial, o Fluminense se agigantou sob o ponto de vista técnico. Ganso recuou para organizar, e Lucho Acosta gastou a redonda — inclusive, diminuiu o placar com um belo gol. O goleiro Carlos Miguel foi bastante exigido e, na minha opinião, foi o melhor em campo. Não seria exagero algum afirmar que o Fluminense poderia ter saído para o intervalo com a virada no placar.

Na etapa final, mesmo sem Lucho Acosta, o time seguiu jogando futebol de verdade, assim como o Palmeiras. Foi trocação total, jogo aberto e chances para os dois lados. Mais uma vez, Carlos Miguel fez a diferença com defesas milagrosas e garantiu a vitória alviverde.

Apesar do resultado, a atuação trouxe sinais muito positivos. Quando você vê o Guga acertando um cruzamento para o Soteldo emendar um voleio plástico, ou uma jogada trabalhada que terminou na finalização do Otávio, fica a prova de que o trabalho da comissão técnica está muito bem feito.

Até a parte mental mudou. O time sofreu um baque com o início avassalador do Palmeiras, mas teve frieza para se recompor e se impor diante de um adversário extremamente qualificado.

O recado final é para a diretoria: com um grande zagueiro e um goleador de peso, esse Fluminense vai para as cabeças. Já passou da hora da cúpula do futebol entregar os reforços prometidos para essa comissão técnica, que está fazendo a parte dela com maestria.

Curtinhas:

  • Preocupação: Rezando para que o Bernal e o Lucho Acosta não tenham sofrido lesões sérias.

  • Hércules: É uma peça importante e é bom vê-lo de volta, mas perdeu a melhor chance do segundo tempo.

  • Justiça: Savarino merecia ter saído com um gol. Jogou muita bola!

  • Evolução: Excelente início de temporada do Guga. Está calando críticos (me incluo nessa).

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Sobre Vinicius Toledo 986 Artigos
Criador do Explosão Tricolor e atuando na cobertura jornalística do Fluminense desde 2014 com milhares de matérias e colunas publicadas sobre futebol, gestão e política. Formação acadêmica de Administração e especialização em Finanças e Marketing. Saudações Tricolores!