Vinicius Toledo analisa o reencontro com o rival, destaca o “fator Bernal” e faz alerta importante sobre a falha recorrente de Freytes na defesa.
Por Vinicius Toledo
Fala, galera tricolor! Tudo tranquilo?
Papo rápido sobre Vasco x Fluminense, pela semifinal do Carioca. Se olharmos para o time que foi eliminado pelo próprio rival há dois meses, pela Copa do Brasil, o Fluminense sofreu apenas duas baixas: Thiago Silva e Everaldo. O primeiro é sentido até hoje, já o segundo… foi um alívio para a torcida.
Nesse cenário, Jemmes e John Kennedy são os nossos “fatores novos”. A dupla vem mandando bem, em especial o JK, que está cheio de disposição e voando em campo. Outro que roubou a cena foi Facundo Bernal; o uruguaio tomou conta da cabeça de área e, na minha opinião, é um dos destaques deste início de temporada.
O “X” da questão na defesa
O único problema real atende pelo nome de Freytes. O argentino sempre apresenta algum erro fatal. Minhas dicas para o compatriota do Zubeldía são simples: simplifique a saída de bola e pare de “vigiar” a bola atravessar a área até chegar ao atacante adversário. O técnico precisa dar um “alô” urgente. Só para registrar: eu iria de Ignácio no lugar dele sem pensar duas vezes.
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O rival em frangalhos
E o Vasco? O nosso rival está em crise. Para piorar, eles perderam o trio Coutinho, Rayan e Vegetti, responsáveis por nada menos que 60% dos gols cruzmaltinos em 2025. Chegaram à semifinal aos trancos e barrancos.
Porém, clássico é clássico: eles costumam fazer o “jogo da vida” contra o Fluminense. Assisti aos três últimos jogos deles e o dado é bizarro: finalizaram quase 100 vezes para marcar apenas 2 gols.
O sistema defensivo tricolor precisa ficar de olho em Claudio Spinelli, que se movimenta muito bem, e no colombiano Andrés Gómez, que incomoda na velocidade. É um bom teste para o Fluminense, pois o Vasco, mesmo em crise, busca o ataque e cria muitas ações.
A estratégia para vencer
A rapaziada do Zubeldía terá trabalho na marcação, mas encontrará espaços generosos para contra-atacar. Uma marcação alta, em ritmo de “blitz” logo de início, pode ser a estratégia matadora para largar na frente e decidir a eliminatória.
Estarei lá no Nilton Santos e estou levando fé!
Forte abraço e ST!
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