Semifinal: O Fluminense tem a faca e o queijo na mão, mas o alerta está ligado




Facundo Bernal e John Kennedy iniciaram bem a temporada de 2026 - Foto> Fluminense FC
Facundo Bernal e John Kennedy
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Vinicius Toledo analisa o reencontro com o rival, destaca o “fator Bernal” e faz alerta importante sobre a falha recorrente de Freytes na defesa.

Por Vinicius Toledo

Fala, galera tricolor! Tudo tranquilo?

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Papo rápido sobre  Vasco x Fluminense, pela semifinal do Carioca. Se olharmos para o time que foi eliminado pelo próprio rival há dois meses, pela Copa do Brasil, o Fluminense sofreu apenas duas baixas: Thiago Silva e Everaldo. O primeiro é sentido até hoje, já o segundo… foi um alívio para a torcida.

Nesse cenário, Jemmes e John Kennedy são os nossos “fatores novos”. A dupla vem mandando bem, em especial o JK, que está cheio de disposição e voando em campo. Outro que roubou a cena foi Facundo Bernal; o uruguaio tomou conta da cabeça de área e, na minha opinião, é um dos destaques deste início de temporada.

O “X” da questão na defesa

O único problema real atende pelo nome de Freytes. O argentino sempre apresenta algum erro fatal. Minhas dicas para o compatriota do Zubeldía são simples: simplifique a saída de bola e pare de “vigiar” a bola atravessar a área até chegar ao atacante adversário. O técnico precisa dar um “alô” urgente. Só para registrar: eu iria de Ignácio no lugar dele sem pensar duas vezes.

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Vinicius Toledo analisa o clássico Vasco x Fluminense. Destaques para Bernal e John Kennedy, o "fator Freytes" e a crise no rival. Confira!

O rival em frangalhos

E o Vasco? O nosso rival está em crise. Para piorar, eles perderam o trio Coutinho, Rayan e Vegetti, responsáveis por nada menos que 60% dos gols cruzmaltinos em 2025. Chegaram à semifinal aos trancos e barrancos.

Porém, clássico é clássico: eles costumam fazer o “jogo da vida” contra o Fluminense. Assisti aos três últimos jogos deles e o dado é bizarro: finalizaram quase 100 vezes para marcar apenas 2 gols.

O sistema defensivo tricolor precisa ficar de olho em Claudio Spinelli, que se movimenta muito bem, e no colombiano Andrés Gómez, que incomoda na velocidade. É um bom teste para o Fluminense, pois o Vasco, mesmo em crise, busca o ataque e cria muitas ações.

A estratégia para vencer

A rapaziada do Zubeldía terá trabalho na marcação, mas encontrará espaços generosos para contra-atacar. Uma marcação alta, em ritmo de “blitz” logo de início, pode ser a estratégia matadora para largar na frente e decidir a eliminatória.

Estarei lá no Nilton Santos e estou levando fé!

Forte abraço e ST!

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Sobre Vinicius Toledo 955 Artigos
Criador do Explosão Tricolor e atuando na cobertura jornalística do Fluminense desde 2014 com milhares de matérias e colunas publicadas sobre futebol, gestão e política. Formação acadêmica de Administração e especialização em Finanças e Marketing. Saudações Tricolores!