Clássico contra o Vasco, chegada de Muriel, briga pela titularidade, críticas por peso e muito mais; confira a coletiva de Agenor






Agenor concedeu entrevista coletiva na manhã desta quinta-feira

Após o treinamento da manhã desta quinta-feira (18), o goleiro Agenor concedeu entrevista coletiva no CT Pedro Antônio, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio. Confira abaixo todas as respostas do arqueiro:

Clássico contra o Vasco

Agenor: Podemos esperar um clássico bastante disputado, com as duas equipes buscando a vitória. É um horário atípico, sábado, 11h. Mas já jogamos neste horário, não é novidade. Nesta semana treinamos mais pela parte da manhã. Fizemos uma boa semana de trabalho, visando o próximo jogo. Esperamos chegar em São Januário e fazer uma boa partida.

Desfalques de Ganso e Allan

Agenor: São posições que vêm fazendo a diferença. Sabemos da qualidade do Allan e o quanto ele cresceu durante a temporada. Faz diferença dentro de campo. Entendo que temos jogadores que fazem a função dele. Todo mundo que entra vai manter o padrão de jogo que viemos mostrando. É torcer para quem entrar fazer o melhor jogo possível e que possa nos ajudar dentro de campo.

Chegada de Muriel

Agenor: Fico feliz com o Muriel comigo aqui. Nos criamos na base do Inter. Temos dez anos de convivência, passamos praticamente a infância inteira juntos, subimos ao profissional juntos. Quando soube que ele viria, conversamos. Quem ganha é o Fluminense. Sei da capacidade dele, sei que o Fluminense espera bastante dele. Ele sabe também das disputas que terá aqui, do tamanho do clube.

Briga pela titularidade

Agenor: Treinei como titular. Mas a briga é boa, saudável. Quem ganha é o Fluminense.

Autoavaliação

Agenor: Avalio que venho fazendo uma sequência boa. Os erros que aconteceram fui o primeiro a colocá-los. Sempre converso com o treinador de goleiros e com o Diniz, sempre procuro tirar o máximo dos dois para que os erros cometidos não venham a acontecer. Mas de modo geral venho fazendo uma ótima sequência.

Fragilidade defensiva do Fluminense 

Agenor: Viemos tomando muitos gols, mas não são em situações criadas. São situações que acontecem no jogo. No último foi um bate e rebate na área e o cara fez um gol de bicicleta. Cada gol que tomamos existe um por quê. E estamos corrigindo esses por quês. Determinadas partidas que fizemos deixamos a desejar seja em marcação, posicionamento, imposição. Isso tudo agrava na hora de tomar gol. Gol quando toma é o detalhe final. Mas a origem da jogada é que faz toda a diferença. Temos que corrigir esses detalhes. Incomoda bastante, não só a mim. Sabemos que podemos melhorar, e temos que melhorar.

Doping de Rodolfo 

Agenor: É um cara muito bacana. Independentemente do que aconteceu, temos total confiança dele. Já falamos com ele após o episódio. O grupo inteiro está solidário. Sabemos a dificuldade que ele vem passando. Entendemos que podemos contribuir com ele com mais coisas, mas vamos deixando ele no tempo dele. No momento ele fica mais com a família, recluso aos advogados. E a partir do momento que ele conversa conosco, abraçamos ele da melhor maneira possível. Afinal de contas, foi um fato isolado. Mas por trás desse fato ele é uma grande pessoa, um pai de família. O grupo é o mais acolhedor possível com ele.

Primeiras impressões sobre Nenê

Agenor: Um cara superbacana. Já conhecíamos ele de outros clubes. Grupo recebeu ele da melhor maneira possível. Já chegou, treinou. Se vai jogar ou não é com Diniz. Se começar jogando, vai nos ajudar bastante, se entrar no decorrer, também. Não temos que pensar só nesse jogo do Vasco. A nível de campeonato fortalece ainda mais o elenco. Temos o Ganso, o Daniel, o Allan, que ajudam bastante. Quem ganha é o Fluminense. Temos que tirar proveito de ter esses jogadores.

Contratação de Wellington Nem 

Agenor: Estamos fazendo bons jogos e os números às vezes não correspondem. Hoje o mais importante para o Fluminense é somar pontos, ganhar partidas. Temos sim que jogar bem, continuar com a postura que estamos jogando, só que ganhando jogos. É uma cobrança interna nossa.

Pressão em cima de Fernando Diniz

Agenor: O grupo inteiro tem ciência. Sabemos que no Fluminense a pressão é grande. Viemos jogando bem, mas temos que focar em ganhar partidas, somar pontos. O Fluminense não pode ficar na situação que se encontra na tabela, temos que estar na parte de cima. Claro que a pressão sobre o treinador é grande. Mas o Diniz é um cara especial, nos trata com bastante atenção e carinho, independentemente da pressão que vem sofrendo. O grupo reconhece isso, abraça ele desde que chegou aqui. Nesse sentido, o grupo passa bastante tranquilidade para ele, para que possamos buscar os resultados que precisamos.

Críticas por peso

Agenor: Não gosto muito de falar sobre essas coisas. Fui bastante cobrado desde o início. Hoje me encontro, sim, no meu peso. Pode pegar os números aqui. Sei da cobrança que tenho no Fluminense. Hoje me sinto titular no Fluminense, mas não me sinto acomodado. Procuro a cada dia melhorar mais, evoluir como pessoa. Após a parada pude voltar abaixo do peso. Não ligo muito para essas críticas. Procuro sempre focar no meu trabalho no dia a dia. Procuro tirar o máximo do preparador de goleiros, do Diniz. Sigo tranquilo, independentemente das críticas, me preocupo sempre no próximo jogo. Minha preocupação agora é o Vasco e é isso o que tenho que fazer.

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Por Explosão Tricolor / Fonte: Globo Esporte

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