Após revelação de que o clube manteve apenas 10% de mais-valia, jornalista Gabriel Amaral cobra transparência sobre a negociação do colombiano.
No momento da transferência de Jhon Arias para o Wolverhampton, em julho de 2025, a comunicação oficial do Fluminense indicou que o clube havia mantido 10% dos direitos econômicos do atleta. No entanto, com a recente transferência do meia-atacante para o Palmeiras, os detalhes reais da transação vieram à tona: o Tricolor detém, na verdade, 10% de mais-valia (participação sobre o lucro da revenda).
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Jornalista cobra transparência da gestão
A inconsistência nas informações gerou revolta na torcida tricolor e críticas na imprensa. Através de suas redes sociais, o jornalista Gabriel Amaral, do canal Raiz Tricolor, exigiu um posicionamento claro da cúpula de futebol do clube.
“O comunicado do Fluminense foi escrito de maneira completamente errada à época. Induziu o torcedor a achar que o Fluminense ficaria com 10% de valor de venda. Se era mais-valia, deveriam ter sido claros. O ideal era fazer uma retratação”, pontuou o jornalista.
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O impacto financeiro nos cofres tricolores
A informação sobre a cláusula de mais-valia foi detalhada pelo jornalista Venê Casagrande. Na prática, a diferença financeira é drástica para o clube das Laranjeiras:
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O cenário real: O Wolverhampton comprou Arias por 17 milhões de euros e o revendeu por 25 milhões. O lucro (mais-valia) foi de 8 milhões de euros. Assim, o Fluminense recebe 10% desse montante: 800 mil euros (cerca de R$ 5 milhões).
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O cenário esperado: Caso o clube tivesse mantido 10% dos direitos econômicos, como entendido inicialmente, o valor a receber agora seria de 2,5 milhões de euros (aproximadamente R$ 15,6 milhões).
Essa diferença de mais de R$ 10 milhões é o ponto central da insatisfação, evidenciando uma falha de comunicação ou de estratégia na manutenção dos ativos do clube.
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