Com a benção do pó de arroz




Foto: Vinicius Toledo / Explosão Tricolor

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O pó de arroz é algo sagrado na história no Fluminense.

Quem tem mais de 40 anos de idade, com certeza se lembra do Careca do Talco.

Para quem não sabe, o coroa, que era completamente apaixonado pelo Fluzão, passava talco nele mesmo, usava a bandeira como capa e jogava pó de arroz em vários tricolores.

Era uma espécie de “batismo tricolor”.

Bons tempos… Quanta saudade!

Pouco mais de três décadas depois, a cultura da festa da arquibancada praticamente foi dizimada por essa coisa chamada de “futebol moderno”.

No entanto, o pó de arroz ainda resiste.

Contra o Bangu, em plena estreia do maestro Paulo Henrique Ganso, ele voltou, só que com as três cores que traduzem a tradição.

Que visual, meus amigos e minhas amigas, que visual!

Só o Fluminense mesmo pode proporcionar algo cinematográfico!

Essa magia do pó de arroz está na essência da arquibancada tricolor, e todas as gerações futuras de torcedores possuem a obrigação de mantê-la pela eternidade.

Sobre o jogo, vitória incontestável.

O Fluminense cumpriu com a sua obrigação, mas temos que destacar que a rapaziada do Diniz segue jogando o fino. E o que é melhor: a tendência é evoluir cada vez mais.  No entanto, salário em dia é de extrema importância.

Noite de excelente futebol no gramado e resgate da essência da arquibancada tricolor.

Esse é o verdadeiro Fluminense que pedimos.

Saudações Tricolores!

Vinicius Toledo 



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