ATUALIZADO EM 07/01/2026 ÀS 12h43
Bastidores: O Fluminense não vai aceitar o ‘migué’ do Peñarol. O departamento jurídico já está em ação para garantir que os uruguaios paguem até o último centavo do tratamento.
Clube uruguaio devolveu meia lesionado contrariando a legislação esportiva; Vinicius Toledo analisa a postura do Peñarol e o futuro do jogador nas Laranjeiras.
Por Vinicius Toledo
Fala, galera tricolor! Tudo tranquilo?
A “novela Hulk” ainda não acabou, inclusive, com novos capítulos conforme noticiamos na manhã desta quarta-feira, 7 de janeiro, mas a vida no Fluminense precisa seguir o seu curso, correto? E um tema que acabou passando batido na correria dos últimos dias é a situação de David Terans.
O Peñarol simplesmente “devolveu” o meia-atacante uruguaio, que ainda está em processo de recuperação de uma grave lesão no tendão de Aquiles esquerdo, sofrida em outubro passado. No entanto, há um detalhe que não pode ser ignorado: a legislação esportiva é clara.
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O drible do Peñarol na lei
De acordo com as normas vigentes, um clube não pode devolver um atleta lesionado logo após o término do período de empréstimo se ele se machucou a serviço da instituição. O dever do clube que recebeu o jogador é renovar o vínculo pelo tempo necessário para a sua total recuperação.
Segundo informações de bastidores, a diretoria do Fluminense foi pega de surpresa. O clube contava que o Peñarol renovasse o vínculo por mais três meses para recuperar o atleta e, só então, devolvê-lo em condições de jogo. Resumindo: o clube uruguaio tratou o jogador e o Fluminense com um total descaso. Não é possível que o Tricolor não tome as medidas jurídicas cabíveis, inclusive junto à FIFA, contra essa decisão nada digna do Peñarol. Essa conta tem que ser deles!
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O futuro de Terans no Flu
Sobre o aproveitamento técnico de Terans no Fluminense, sendo honesto: hoje, não consigo enxergar espaço. Nas poucas vezes em que atuou, o jogador se mostrou lento e sem a intensidade que o esquema de Luis Zubeldía exige. Está muito distante dos bons tempos de Athletico Paranaense.
Talvez o próprio Furacão ou o mercado externo sejam alternativas para o uruguaio tentar dar a volta por cima e, consequentemente, aliviar a folha salarial do Fluminense. Mas, antes de qualquer negócio, o Flu precisa se posicionar e não aceitar passivamente esse “presente de grego” enviado de Montevidéu.
Forte abraço e ST!


