DOIS PESOS, DUAS MEDIDAS: A “conveniência” de errar contra o Fluminense




Arbitragem: Dois pesos e duas medidas contra o Fluminense?.
Estádio de Laranjeiras - Fluminense Football Club

Comparativo de lances da rodada expõe critérios distintos da arbitragem entre Fluminense e rivais; Vinicius Toledo cobra postura enérgica da presidência tricolor na CBF.

(por Vinicius Toledo)

Fala, galera tricolor!

O futebol brasileiro é mestre em nos apresentar situações de “deja vu”, mas a 10ª rodada do Brasileirão 2026 ultrapassou o limite do aceitável. Enquanto o Fluminense amargava um empate em Curitiba, as redes sociais e as resenhas esportivas ferviam com uma comparação que escancara o momento político do nosso clube.

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Um post do torcedor Wallace Moté no X (antigo Twitter) sintetizou o que todo tricolor está sentindo. Confira o cenário de uma mesma rodada:

  1. Gol anulado do Fluminense: Um golaço de Kevin Serna invalidado por uma interpretação contestável.

  2. Pênalti para o Flamengo: Uma marcação “mandrake” que facilitou a vida do rival.

  3. Gol do Palmeiras: Um lance idêntico ao do Serna, mas que para o time paulista foi validado sem hesitação.

Gol do Serna foi anulado de forma incorreta

O custo do silêncio

A pergunta que fica no ar é: por que lances interpretativos pendem sempre para o lado de quem grita mais? A resposta é dolorosa, mas óbvia. Roubar o Fluminense tornou-se cômodo.

Enquanto as presidências de Flamengo e Palmeiras fazem uma pressão asfixiante na Comissão de Arbitragem da CBF, a diretoria tricolor, encabeçada por Mário Bittencourt e Mattheus Montenegro, mantém uma postura de “bons moços”.

Defesa institucional de fachada?

Como já mencionei aqui outras vezes, a defesa institucional do Fluminense hoje se resume a notas oficiais burocráticas e representações na CBF que servem apenas para “inglês ver”. No bastidor político, onde o jogo realmente se decide, o silêncio é ensurdecedor.

Não adianta ser “leão” em eleição interna e “gatinho” na hora de cobrar o respeito que a instituição Fluminense merece. O torcedor está cansado de ver o time ser prejudicado no campo por falta de voz ativa no tapetão da entidade máxima do futebol brasileiro.

Até quando seremos o alvo fácil da vez?

A Libertadores bate à porta, e lá o jogo político é ainda mais pesado. É bom a diretoria acordar antes que a “m” seja jogada no ventilador novamente.

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Sobre Vinicius Toledo 1231 Artigos
Criador do Explosão Tricolor e atuando na cobertura jornalística do Fluminense desde 2014 com milhares de matérias e colunas publicadas sobre futebol, gestão e política. Formação acadêmica de Administração e especialização em Finanças e Marketing. Saudações Tricolores!