Falta de respeito com o maior patrimônio do Fluminense




Foto: Vinicius Toledo / Explosão Tricolor

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Falta de respeito com o maior patrimônio do clube

Na tarde de ontem, quem esteve presente no lendário Estádio Manoel Schwartz, nas Laranjeiras, viveu belíssimos momentos durante a partida entre Fluminense e Palmeiras, válida pela semifinal da Copa do Brasil Sub-17.
Os moleques de Xerém poderiam ter matado o jogo no tempo normal, mas cederam o empate no final. Entretanto, na disputa de pênaltis, a garotada boa de bola mostrou frieza e encaçapou um 4 a 1 nos atuais campeões mundiais da categoria.
Na arquibancada, apoio total de uma torcida apaixonada, que não aguenta mais sofrer com tantos desmandos de uma gestão que não possui identificação alguma com a arquibancada tricolor. Teve hino do Fluminense e muitos cantos de apoio, mas os gritos de repúdio contra a gestão não foram esquecidos. Mais do que justo!
Apesar do belo cenário, antes do jogo, a gestão do presidente Pedro Abad aprontou das suas. E o que é pior: a bola fora foi contra o maior patrimônio do clube, que é o torcedor do Fluminense (assista ao vídeo no final da publicação).
Faltando meia-hora para o início do jogo, cerca de cem torcedores estavam “barrados” na entrada da Álvaro Chaves. Motivo? Somente os sócios podiam entrar mesmo com o jogo sendo aberto ao público geral.
Confesso que fiquei estarrecido de ter presenciado essa total falta de respeito com torcedor tricolor. Os idosos estavam desnorteados. Um senhor chegou a dizer por diversas vezes que “se sentia humilhado”. Outro torcedor chegou a falar que a diretoria estava com medo de um suposto protesto. Vale registrar que alguns torcedores estavam aguardando a liberação desde às 14h (o jogo iniciou às 16h).
Cheguei a abordar um segurança na entrada para saber de quem tinha partido a ordem. Segundo o rapaz, a ordem partiu da “chefia”. Insisti para que ele dissesse o nome, mas ele repetiu por diversas vezes que foi da “chefia” até que um torcedor, que estava do meu lado, falou que a ordem partiu do Rogério Romano, que é diretor da área administrativa da sede do Fluminense.
Cerca de quinze minutos depois de termos iniciado a transmissão, surgiu a ordem de liberar a entrada dos torcedores (às 15h45). Menos mal, entretanto, o terrível sentimento da humilhação já estava marcado na alma de cada torcedor. Segundo informações, um grupo composto por conselheiros de oposição e sócios se movimentou para conseguir a liberação.
Triste, muito triste. Além da irresponsabilidade de jogar contra o maior patrimônio do clube, a diretoria impediu que o bar e a loja do clube tivessem uma movimentação ainda maior. Definitivamente, os caras não entendem nada de negócio e, principalmente, Fluminense.
Espero que todo esse sacrilégio não se repita. Foi triste, muito triste.
Se você leu até aqui e achou o meu relato exagerado, assista ao vídeo abaixo. Nele consta todo o meu relato com depoimentos, entrevistas e muito mais.
Forte abraço e Saudações Tricolores!
Vinicius Toledo

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