Com prazo limitado até o início de março, a diretoria do Fluminense foca esforços na contratação de um zagueiro e um novo camisa 9.
O relógio é o principal adversário do Fluminense neste momento do mercado da bola. Com o planejamento definido para a temporada 2026, a diretoria tricolor estabeleceu a chegada de mais um zagueiro e um centroavante como prioridades absolutas. Entretanto, a escassez de tempo e a complexidade das negociações têm imposto desafios significativos ao clube.
Corrida contra o tempo
O Fluminense tem até o dia 3 de março para oficializar as novas inscrições e preencher as lacunas do elenco. Esta é a data de encerramento da atual janela de transferências. Caso não consiga selar os acordos agora, o clube só poderá voltar a registrar novos atletas no próximo período de contratações, que abre apenas em julho.
A busca pelo novo xerife: negativas por Nino e Adryelson
Para o setor defensivo, o grande sonho era o retorno de Nino. O zagueiro, ídolo da torcida tricolor, foi alvo de tentativas de repatriação, mas o Zenit, da Rússia, adotou uma postura rígida. O clube russo sinalizou que só aceita abrir conversas para uma eventual saída no meio do ano, frustrando os planos imediatos do Fluminense.
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Outro nome que esteve em pauta foi o de Adryelson, ex-Botafogo. O Fluminense chegou a formalizar propostas ao Al-Wasl, dos Emirados Árabes, mas a divergência nos valores e no modelo de negócio impediu o avanço do acerto.

O drama do camisa 9: alvos de peso e entraves financeiros
Se a busca por um zagueiro está difícil, a procura por um centroavante reserva o status de “novela”. O Tricolor tentou nomes de impacto, como Hulk, do Atlético-MG, e Denis Bouanga, destaque do Los Angeles FC. Em ambos os casos, o clube esbarrou na resistência dos clubes, que não aceitaram liberar os seus principais ativos neste momento da temporada.
Recentemente, o foco se voltou para o mercado sul-americano. O Fluminense enviou ofertas ao San Lorenzo, da Argentina, visando a contratação de Alexis Cuello. No entanto, a pedida dos argentinos, que exigem o pagamento integral da multa rescisória à vista, travou o progresso das tratativas, obrigando a diretoria a avaliar novas opções no mercado sul-americano e europeu.
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