Presidente tricolor detalha necessidade de cumprir orçamento e admite que propostas recusadas no início do ano podem ser reavaliadas na janela de julho.
O Fluminense já tem traçado o seu caminho financeiro para a temporada 2026. Em entrevista coletiva nesta sexta-feira, o presidente Mattheus Montenegro revelou que o orçamento do clube prevê a arrecadação de pouco mais de R$ 200 milhões com a negociação de atletas.
O mandatário explicou que a venda de jogadores é um pilar fundamental da receita de qualquer clube brasileiro, mas ressaltou que o Fluminense sabe o momento certo de segurar os seus ativos, citando o exemplo estratégico de 2023, quando o clube optou por não vender o volante André para focar na conquista da Libertadores.
Propostas e possíveis saídas em julho
Montenegro admitiu que o clube já recebeu ofertas por alguns atletas no início deste ano, mas as condições não foram satisfatórias. No entanto, o cenário pode mudar na janela de transferências do meio do ano.
O presidente destacou que o mercado é dinâmico e que, caso ocorram vendas, o clube estará preparado para buscar peças de reposição para manter o nível competitivo do elenco comandado por Luis Zubeldía.
– Qualquer clube de futebol no Brasil tem uma parte da receita importante que vem da venda de atletas. O Fluminense foi assim nos últimos anos e vai ser assim porque é assim que funciona no futebol mundial, especialmente no futebol brasileiro. Então, no orçamento tem uma previsão de pouco mais de 200 milhões em venda de jogador. Você pode olhar que a gente sempre vendeu jogador aqui. Tem uma exceção que foi o ano de 2023, quando a gente tomou a decisão, como gestão, de não fazer nenhuma venda, priorizando a Libertadores, até porque a maior proposta que a gente tinha recebido era do André, que era um pilar do time. A gente entendeu que, se tirasse o André, o clube ficava muito fragilizado. Mas nosso planejamento aqui é de cumprir o orçamento.
– Certamente, vão ter propostas no meio do ano, a gente vai analisar e decidir se são boas propostas ou não. Algumas saíram na imprensa, outras não, mas o Fluminense já recebeu algumas propostas esse ano, e a gente optou por não aceitar. E se no meio do ano chegarem propostas que sejam melhores, se a gente achar que seria boa venda, pode ser que saídas ocorram. E aí, pode ser que a gente tenha que trazer novos jogadores. É muito dinâmico. Na janela de meio do ano, a gente pode trazer algum jogador, mesmo mantendo o time atual, pode fazer vendas e trazer jogador para compensar essas vendas que foram feitas. Tudo pode acontecer, mas a gente trabalha com orçamento, feito para a gente ter bem delineado o que esperar com despesas esse ano e de arrumar receitas para compensar essas despesas.
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O “Plano B”: Premiações como compensação
Uma das falas mais interessantes de Montenegro foi sobre a alternativa caso as vendas não atinjam a meta de R$ 200 milhões. O clube trabalha com previsões conservadoras de premiações em torneios como a Libertadores e a Copa do Brasil. Se o time superar as metas esportivas, o dinheiro das premiações pode cobrir a necessidade de vender jogadores.
– Eventualmente, se a gente não chegar na venda de jogador, a gente pode compensar essas receitas com alguma outra, como por exemplo, de premiação. Porque as previsões com as premiações são feitas de uma maneira conservadora, e aí foi o que a gente apostou em 2023, de compensar a venda de jogador pela premiação. Felizmente, deu certo que a gente saiu daquele ano campeão da América.
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