Em decisão unânime no STJ, o Tricolor amarga reviravolta judicial em processo por danos morais contra o empresário vascaíno; entenda o caso.
O Fluminense sofreu um duro golpe fora das quatro linhas. Em uma disputa judicial que se arrastava desde 2023 e envolveu acusações pesadas, o Tricolor das Laranjeiras sofreu uma derrota em última instância no Superior Tribunal de Justiça (STJ), em Brasília. O caso, que envolve o fundador da grife Reserva, Rony Meisler, ganhou contornos de rivalidade clubística nos bastidores do Rio de Janeiro.
Entenda a Polêmica
Tudo começou quando o empresário, que é torcedor declarado do Vasco da Gama, utilizou as redes sociais para alfinetar o Fluminense em meio à disputa pelo uso do Maracanã. Na ocasião, Meisler escreveu:
“No domingo, dia seguinte, o Vasco colocou 60 mil. Evidência clara de que o Vasco precisa do Maracanã e o Fluminense poderia jogar em seu estádio nas Laranjeiras, onde há menos de um século eles mandavam pessoas pretas passarem pó de arroz no rosto para jogar futebol”.
A fala tocou na ferida histórica do clube e o Fluminense não deixou passar, entrando com uma ação por danos morais.
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A Reviravolta com “Dedo” do Rival
Embora tenha vencido na primeira instância, o cenário mudou drasticamente no Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ). A defesa do empresário foi liderada por ninguém menos que Felipe Carregal Sztajnbok, Vice-Presidente Jurídico do Vasco.
Os desembargadores cariocas reformaram a sentença, julgando o pedido do Fluminense como improcedente, destacando que o empresário se retratou publicamente após a repercussão negativa.

O Veredito Final em Brasília
Inconformado, o departamento jurídico do Fluminense recorreu ao STJ, em Brasília, tentando reverter a decisão e garantir a indenização. No entanto, o resultado foi amargo: por unanimidade, os ministros mantiveram a derrota do Tricolor, encerrando as chances de vitória judicial no caso.
Com a decisão final, o Fluminense amarga não apenas a perda da ação, mas vê um rival direto sair vitorioso na estratégia jurídica que livrou o empresário da condenação.
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