O Fluminense e a narrativa de conveniência sobre o novo camisa 9




Fluminense busca novo camisa 9
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Por Vinicius Toledo

Entre o discurso de “sigilo total” para evitar vazamentos e a realidade das cifras escancaradas, a diretoria tricolor tenta controlar danos enquanto a torcida cobra o novo centroavante.

É curioso notar como a narrativa oficial — ou melhor, a de seus porta-vozes ‘não oficiais’ — se ajusta conforme a conveniência. Agora, o discurso é de que o Fluminense trabalha em ‘sigilo total’ para evitar que novas negociações melem, citando o caso Hulk como exemplo de vazamento prejudicial.

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A pergunta que fica é: se o sigilo é tão vital, por que o próprio canal que hoje prega o silêncio foi o responsável por escancarar aos quatro ventos que o clube tinha 12 milhões de euros carimbados para um camisa 9? Ora, se vazar valores e intenções atrapalha o negócio, a diretoria deveria começar cobrando coerência de quem ela escolhe para soltar seus releases exclusivos.

O que vemos não é estratégia de mercado, é tentativa de controle de danos. Querem que a torcida aceite a demora em silêncio, enquanto usam a mesma imprensa que criticam para plantar justificativas. No Fluminense, o vazamento só é ‘prejudicial’ quando a cobrança aperta. Quando é para vender ilusão, a torneira fica aberta.

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Hulk comemorando gol pelo Atlético-MG no Cruzeiro
Hulk

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Sobre Vinicius Toledo 897 Artigos
Criador do Explosão Tricolor e atuando na cobertura jornalística do Fluminense desde 2014 com milhares de matérias e colunas publicadas sobre futebol, gestão e política. Formação acadêmica de Administração e especialização em Finanças e Marketing. Saudações Tricolores!