Por Vinicius Toledo
Entre o discurso de “sigilo total” para evitar vazamentos e a realidade das cifras escancaradas, a diretoria tricolor tenta controlar danos enquanto a torcida cobra o novo centroavante.
É curioso notar como a narrativa oficial — ou melhor, a de seus porta-vozes ‘não oficiais’ — se ajusta conforme a conveniência. Agora, o discurso é de que o Fluminense trabalha em ‘sigilo total’ para evitar que novas negociações melem, citando o caso Hulk como exemplo de vazamento prejudicial.
A pergunta que fica é: se o sigilo é tão vital, por que o próprio canal que hoje prega o silêncio foi o responsável por escancarar aos quatro ventos que o clube tinha 12 milhões de euros carimbados para um camisa 9? Ora, se vazar valores e intenções atrapalha o negócio, a diretoria deveria começar cobrando coerência de quem ela escolhe para soltar seus releases exclusivos.
O que vemos não é estratégia de mercado, é tentativa de controle de danos. Querem que a torcida aceite a demora em silêncio, enquanto usam a mesma imprensa que criticam para plantar justificativas. No Fluminense, o vazamento só é ‘prejudicial’ quando a cobrança aperta. Quando é para vender ilusão, a torneira fica aberta.
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