Enquanto a torcida se ilude com cláusulas inúteis e vídeos de gratidão, o Palmeiras usa o bolso para levar os pilares de 2023; entenda por que a culpa não é do jogador, mas de quem priorizou promessas em vez da instituição.
Por Vinicius Toledo
Papo reto, galera tricolor.
A notícia de que Jhon Arias está acertando com o Palmeiras caiu como uma bomba para boa parte da torcida que ainda acreditava que uma tal “cláusula de prioridade” garantiria alguma coisa ao Fluminense na hora de repatriá-lo. Pois é, em pleno 2026, ainda existe muita gente ingênua. E não é por falta de informação.
Eu avisei na época: essa cláusula não significava “M” nenhuma. Era óbvio que, se um Flamengo ou Palmeiras da vida entrasse na jogada, levariam o colombiano com facilidade. Falaram que eu estava maluco, que eu não sabia de nada… E agora?
O Wolverhampton já aceitou a proposta do Palmeiras e comunicou o Fluminense. O Tricolor tem a chance de igualar. Mas, pelo que apurei, não vai cobrir. E não tem como mesmo. Estamos falando de 25 milhões de euros (R$ 154 milhões). Não adianta agora resgatar vídeo antigo do Arias dizendo que só voltaria para o Fluminense. Isso não existe. O que existe é grana na mesa.
A especialidade em transferir a culpa
Quem tem dinheiro, tem. Quem não tem, joga para a galera para tirar o seu da reta e coloca a culpa nas costas de terceiros. O Fluminense tem se especializado nisso. Foi assim com o Hulk, onde a desculpa foi o “vazamento” de bastidores — narrativa plantada por porta-vozes não oficiais que já estão por aí preparando o terreno para a SAF.
Não contem comigo para crucificar o Jhon Arias. O jogador segue a carreira dele. Se tem alguém que merece todas as críticas nesse episódio, é o ex-presidente e atual diretor remunerado, Mário Bittencourt.
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Gratidão não ganha título, gestão sim
Foi ele quem vendeu o Arias, que ainda tinha muito contrato a cumprir, alegando uma “gratidão” que falou mais alto do que os interesses da instituição Fluminense. Essa é a realidade dos fatos. O resto é teatro, inclusive as falas de despedida do jogador.
Para completar o pacote do pesadelo, Nino já aceitou a proposta alviverde. Só falta o Zenit.
Ídolos campeões da Libertadores de 2023 estão prestes a reforçar um concorrente direto, e a torcida ainda é alimentada com ilusões de cláusulas de prioridade e historinhas de vitimizações. Acorda, Tricolor!
Forte abraço e ST,
Vinicius Toledo
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