Recorde não alcançado, decisão contra o Olimpia, preocupação com arbitragem e muito mais: leia a entrevista coletiva de Abel Braga






Abel Braga concedeu entrevista coletiva no Estádio Elcyr Resende

O técnico Abel Braga concedeu entrevista coletiva após o empate do Fluminense em 0 a 0 com o Boavista, na tarde deste sábado (12), no Estádio Elcyr Resende, pela última rodada da Taça Guanabara. Confira abaixo todas as respostas do treinador:

Empate com o Boavista e perda de recorde de vitórias seguidas

“Como vai abaixar a autoestima? Time que vem jogar nesse lugar aqui, que é complicadíssimo, esse time ganhou de quatro do Bangu. Quatro horas da tarde, torcedor que estava aqui saiu aplaudindo a garotada, contente, com cinco ou seis jogadores da base. Não estamos preocupados com recorde, isso não abate em nada, não muda nada, não tira a confiança de nada. Nós vamos é tentar chegar quarta-feira lá e fazer um grande jogo. O que nós queremos é passar. Como vai ser não importa. Temos que jogar, ganhar duelo, guerrear, uma série de coisas. Mas aqui estamos orgulhosos dos meninos. Primeiro tempo não foi lá muito bom e tal, no segundo de outra forma melhorou, mas não deu, paciência. Não muda absolutamente nada nem nos desanima.”

Avaliação dos jovens do sub-23

“Eu gostei muito, primeiro porque entraram com um espírito muito bom. E segundo, porque nós não estávamos preocupados em bater recorde, nada disso. Queremos ganhar jogo a jogo, por acaso chegou em um número que poderia nos dar esse recorde, mas muito mais importante que isso é essa garotada terminando o jogo com cinco ou seis (em campo). Quer dizer, o trabalho de Xerém continua, isso para nós é muito importante. Torcedor veio, compareceu, campo muito difícil, um lugar mais alto, outro lugar não tão alto, vários tipos de grama, um calor horroroso… Mas valeu. Não ganhou, mas não perdeu. Não fez um grande jogo, uma equipe que jogou diferente daquela que vinha atuando, mas saí satisfeito.”

Possível venda de Luiz Henrique

“Isso é a razão de todo grande clube sobreviver. Trabalhei no Inter, lancei o Pato no Mundial de Clubes contra o Barcelona com 17 anos. Quando deu dois anos o garoto saiu, saiu o (Rafael) Sóbis, o Luiz Adriano… Saem de todos os clubes. Isso é a salvação que tem. Sobre o menino, problema zero, acho que vai encarar com seriedade porque ele gosta de onde está, gosta dos colegas, gosta do torcedor.”

Decisão contra o Olimpia (PAR)

“Eu fiz um julgamento e não mudo: o Millonarios é uma grande equipe. Muito difícil de ser marcada porque tem uma evolução muito boa a nível de posse de bola com o meio de campo. Olimpia é uma equipe aguerrida, usou o artifício durante muito tempo da bola aérea, principalmente depois que tomou o segundo gol. Mas é jogo de Libertadores, você sabe como é, tem a dificuldade normal. A preparação já começou hoje, com o pessoal que ficou no Rio. Eles trabalharam bem uma situação de jogo trabalhada por nós já pensando nesse jogo de quarta-feira. Também não vamos inventar nada, o trabalho vai ser o mesmo, amanhã já uma parte tática, terça também, depois viajamos para o jogo.”

Preocupação com arbitragem

“De uma maneira, sim, preocupa. Ainda mais depois que eu soube que saiu alguma coisa que uma torcedora falou que nem se importa com o resultado amanhã no clássico (Cerro Porteño x Olimpia), que tem que quebrar o número 7 do Fluminense, que é o André. Isso aí acho que vai chegar também até o árbitro. Teve catimba no Rio, com certeza terá lá. É procurar fazer o nosso jogo, não entrar no jogo deles porque são um grande time, acho que também não precisam disso. Mas vamos fortes também, não vai ganhar o jogo porque intimidou, isso não vai acontecer. Agora, ter um árbitro com pulso é muito importante.”

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Por Explosão Tricolor

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