(por Vinicius Toledo)
Fala, galera tricolor! Tudo tranquilo? O Fluminense encara o Remo nesta quinta-feira (12), às 19h, no Mangueirão, em um jogo onde a vitória é a única opção para quem almeja o G4. Mas, para além dos três pontos, todos os olhos estarão voltados para um nome: Rodrigo Castillo.
A mística do “mais caro” e o mercado real
O tema do dia não poderia ser outro: Rodrigo Castillo. O atacante argentino de 27 anos, ex-Lanús, chega com um peso enorme nas costas. Ele foi rotulado por toda a imprensa como a contratação mais cara da história do Fluminense.
Confesso que não gosto dessa “propaganda”. Muitas vezes, isso serve apenas para fortalecer politicamente a diretoria. Minha reprovação nem é pelo investimento em si, mas pelo fato de que US$ 13 milhões é um valor “normal” no mercado atual. Fico com a cara rachada quando vejo perfis e influencers soltando fogos por esse rótulo.
O que esperar em campo?
Honestamente, não tenho uma opinião formada sobre o Castillo. Só o tempo dirá. O que sabemos é que ele balançou a rede do Flamengo nos dois jogos da Recopa, tem boa estatura e passada larga. Me passou a impressão de se movimentar muito bem.
Ritmo de jogo não será problema, pois ele vinha atuando. Adaptação também não: argentino ama o Rio e mais de um terço do nosso elenco fala espanhol, incluindo a comissão técnica.

A bola precisa chegar
Para o Castillo render, ele precisa de tranquilidade e, acima de tudo, que a bola chegue. Por isso, é fundamental que Luis Zubeldía qualifique a entrega. Nomes como Guilherme Arana e Savarino precisam ser titulares agora; eles sabem fazer a “redonda” chegar na área.
O peso da tradição argentina
Mesmo achando o valor alto, torço muito para que Rodrigo Castillo mantenha a tradição argentina de sucesso no comando do ataque do Fluminense. Que ele siga os passos do saudoso Doval, da eterna Máquina Tricolor, e de Germán Cano, nosso Rei da América e campeão da Libertadores.
Vale também o registro histórico e as menções honrosas a outros dois grandes artilheiros argentinos da nossa história: Adolpho Milman (o Russão), que atuou entre 1933 e 1944 e é o segundo maior artilheiro estrangeiro da história do Fluminense, e Emile Etchegaray, que brilhou entre 1914 e 1920, balançando as redes 50 vezes com a armadura tricolor.
Todo sucesso e muitos gols, Rodrigo Castillo!
Forte abraço e ST,
Vinicius Toledo
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