Lateral-direito detona falta de voz do elenco em decisão da cúpula tricolor: “A gente ficou sabendo no dia seguinte”
A crise nos bastidores do Fluminense ganhou um novo e impactante capítulo após a derrota para o Flamengo. Na zona mista do Maracanã, o lateral-direito Samuel Xavier quebrou o silêncio e mandou um recado direto à diretoria. Ao comentar sobre o polêmico adiamento do clássico, o defensor revelou que o elenco não teve qualquer participação na decisão: “Os jogadores não tiveram voz nenhuma sobre isso”.
Segundo o lateral, a cúpula liderada por Mattheus Montenegro definiu a mudança de data sem consultar os atletas, que só souberam do novo cronograma quando o martelo já estava batido. A declaração expõe uma desconexão preocupante entre o departamento de futebol e a alta cúpula do clube.
– Os jogadores não tiveram voz nenhuma sobre isso. Foi decidido antes, a gente ficou sabendo no dia seguinte que a partida foi adiada. Mas acho que não cabe desculpa pra gente. Não cabe a nós, jogadores, se envolver nessa questão que é tão polêmica, de adiamento de jogos. Isso é responsabilidade deles e não nossa – afirmou Samuel Xavier.
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Prejuízo para a Libertadores
Mais do que a falta de comunicação, Samuel Xavier destacou o prejuízo técnico causado pela “gentileza” da diretoria ao rival. Para o lateral, o Fluminense abriu mão de um dia vital de recuperação física para a partida contra o Independiente Rivadavia, na próxima quarta-feira, pela Conmebol Libertadores.
– Não era nem a questão de pensar na folga. O nosso pensamento no jogo da Libertadores. A gente teria um dia a mais para poder se recuperar. Mas não cabe. Isso são coisas que não passam pelo jogador isso. A gente não pode nem opinar sobre isso. O nosso papel é: se colocaram o jogo para hoje a gente tinha que jogar – concluiu o lateral-direito.
Foco no campo, cobrança fora dele
Apesar do forte recado, Samuel ressaltou que o papel do elenco é cumprir a tabela, mas deixou claro que a responsabilidade pela polêmica e pelas consequências físicas recai inteiramente sobre os ombros dos dirigentes. Com o ambiente incendiado por declarações que confirmam o descontentamento interno, o Fluminense chega para o duelo decisivo de quarta-feira sob uma pressão que ultrapassa as quatro linhas.
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