Seleção Brasileira: Uma “brasa” apagada e um vexame histórico em Boston




Brasil x França: Um vexame maior que a Torre Eiffel em Boston
Carlo Ancelotti

Lindinor Larangeira detona a atuação da Seleção de Ancelotti: “O que era abaixo do medíocre, conseguiu piorar bastante”.

(por Lindinor Larangeira)

Boston, a bela cidade americana, casa do multicampeão da NBA, o Boston Celtics, não merecia ver aquele bando vestindo a camisa da Seleção Brasileira. Aliás, camisa que foi a grande polêmica da semana por conta do vídeo marketing da Nike. Mesmo com todo o ânimo para vender uma gíria jamais usada pela torcida — a tal “brasa” —, o confronto contra a ótima seleção francesa esteve mais para cinzas.

O primeiro tempo parecia um duelo de Série A contra Série B, tal o abismo técnico, tático e físico. A França, mesmo em ritmo de treino, desfilava no gramado diante de um atônito Brasil. Vini Jr. foi o retrato fiel dessa etapa: o novo camisa 10 conseguiu errar absolutamente tudo. O atacante abusado, do drible e da velocidade, não ganhou um mísero duelo individual. Ancelotti deve ter agradecido a Deus por ir para o intervalo perdendo de apenas 1 a 0.

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Nem com um a mais o bicho pegou

Na segunda etapa, Luiz Henrique provou que não pode ser reserva desse time. Mas nem a expulsão do zagueiro Upamecano fez os comandados de Ancelotti terem o controle da partida. Com toques rápidos e precisos, a França chegou ao segundo gol — de cavadinha, como o primeiro.

Ao ver a bola entrando, pensei com meus botões: será que o nosso Fábio tomaria dois gols assim?

O Brasil ainda chegou ao gol em uma jogada de abafa, com o zagueiro Bremer atacando de centroavante. Mas foi pouco. Mesmo em superioridade numérica, o Brasil viu a França “botar na roda” e controlar o jogo como quis.

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Brasil x França: Um vexame maior que a Torre Eiffel em Boston

O mico da fase de grupos bate à porta

O que, para mim, era uma seleção abaixo do medíocre, conseguiu a façanha de piorar. O problema é que a Copa do Mundo está chegando. O Brasil corre o risco real de pagar o inacreditável mico de ser eliminado na fase de grupos. Se perder a estreia para Marrocos, a partida contra a Escócia terá ares de decisão dramática.

Não foi um 7 a 1 no placar, mas foi um vexame maior do que a Torre Eiffel.

Notas rápidas do Larangeira:

  • A Seleção é Luiz Henrique mais 10.

  • Fábio é Seleção, Ancelotti! Acorda!

  • Parece que convocaram o Martinelli errado… (O nosso do Fluzão faz falta ali).

  • A gente reclama do Renê no Fluminense, mas poderia ser pior: poderia ser o Douglas Santos na Seleção.

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Sobre Vinicius Toledo 1173 Artigos
Criador do Explosão Tricolor e atuando na cobertura jornalística do Fluminense desde 2014 com milhares de matérias e colunas publicadas sobre futebol, gestão e política. Formação acadêmica de Administração e especialização em Finanças e Marketing. Saudações Tricolores!