Análise detalhada mostra que o programa atingiu o auge com o título da Libertadores, mas vem perdendo fôlego e arrecadação desde então
O Explosão Tricolor teve acesso aos dados atualizados do programa Sócio Futebol, e os números revelam um desafio importante para a diretoria do Fluminense. Embora o clube tenha vivido seu ápice institucional e financeiro no programa em 2023, os anos de 2024 e 2025 apresentam uma curva de declínio tanto em número de associados quanto em receita mensal.
Abaixo, detalhamos o desempenho do programa por ano e analisamos o impacto do cenário pós-conquista da América.
📊 Quadro Evolutivo: Total de Sócios (Ativos + Inativos)
Os dados mostram um salto impressionante durante a campanha da Libertadores e uma retração contínua após o título.
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2021 (Final do ano): O programa fechou dezembro com cerca de 33.425 sócios totais.
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2022: Um ano de crescimento sólido, saltando de 32 mil para fechar dezembro com 54.217 sócios.
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2023 (O Auge): O ano do título. O programa explodiu, saindo de 47 mil em fevereiro para o pico histórico de 70.328 sócios em maio. Fechou o ano com 66.571.
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2024 (O início da queda): Após o título, o número começou a oscilar para baixo, fechando dezembro com 48.978 sócios totais.
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2025 (Cenário atual): A queda se acentuou. O programa iniciou o ano com 46 mil e chegou a dezembro de 2025 com 39.673 sócios totais.
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💰 Receita Mensal: O impacto no bolso
A arrecadação seguiu a mesma lógica do quadro de sócios. O recorde de receita mensal aconteceu em julho de 2024 (reflexo direto da manutenção dos planos após o título e novos adesões), batendo R$ 5,88 milhões.
No entanto, em dezembro de 2025, a receita caiu para R$ 3,93 milhões. Comparando o pico de receita em 2024 com o fechamento de 2025, o Fluminense deixou de arrecadar quase R$ 2 milhões por mês com o programa.
🔍 Análise: A “Ressaca” pós-Libertadores
O que os gráficos deixam claro é que o Fluminense não conseguiu sustentar o “boom” gerado pela conquista da Libertadores de 2023. É natural que haja uma queda após o atingimento de um objetivo tão grande, mas a redução de quase 30 mil sócios totais entre o pico de 2023 e o fim de 2025 liga o sinal de alerta.
Vários fatores podem explicar esse fenômeno:
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Acomodação: Muitos torcedores se associaram apenas para garantir ingressos na final de 2023 e cancelaram após o objetivo cumprido.
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Desempenho Esportivo: O ano de 2024 e o início de 2025 não repetiram o brilho técnico, o que afasta o sócio “de ocasião”.
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Falta de Novas Vantagens: O programa parece ter estagnado em termos de benefícios, não oferecendo novos motivos para o torcedor manter a mensalidade sem a urgência de ingressos para grandes decisões.
A diretoria tricolor agora tem o desafio de estancar essa sangria e buscar novos atrativos para que o Sócio Futebol volte a patamares superiores a 50 mil ativos, garantindo uma receita fixa vital para a saúde financeira do clube.
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