Após fim do empréstimo no Uruguai, meia-atacante volta ao Rio de Janeiro com lesão no tendão de Aquiles; clube uruguaio descumpre norma de renovação automática e gera incômodo na diretoria tricolor.
O retorno de David Terans ao Fluminense não aconteceu da forma que a diretoria esperava. Após o encerramento de seu contrato de empréstimo junto ao Peñarol, o meia-atacante foi devolvido ao Tricolor, mas com um agravante: o jogador se recupera de uma grave lesão no tendão de Aquiles esquerdo. A informação foi antecipada pelo jornalista Guilherme Abrahão, do portal Itatiaia.
A contusão foi o fator determinante para que o clube uruguaio optasse por não estender o vínculo com o atleta. Agora, o Fluminense aguarda a chegada do armador para submetê-lo a uma rigorosa bateria de exames. Somente após a avaliação clínica completa é que a cúpula tricolor definirá os próximos passos em relação ao futuro de Terans.
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Postura do Peñarol gera insatisfação
A condução do caso pelo Peñarol gerou descontentamento nas Laranjeiras. Segundo a legislação esportiva, um clube não pode devolver atleta lesionado após empréstimo. É necessário garantir a sua plena recuperação primeiro. A norma prevê a renovação automática do vínculo durante o tratamento.
A diretoria tricolor esperava que Terans ficasse no Uruguai por mais três meses. Isso adiaria a sua volta ao Brasil para o fim de março. Ao devolver o jogador machucado, o Peñarol transfere custos e responsabilidades ao Fluminense. Tal postura pode gerar questionamentos jurídicos.
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