Uma noite inesquecível




Amigos Tricolores,

Uma noite para não ser esquecida. Jamais!

E se em tantas outras eu pude participar de eventos tricolores, tirando fotos e conseguindo autógrafos, principalmente do Craque Assis, que sempre marcava presença e assinava incansavelmente os livros de centenas de tricolores, dessa vez foi sem ele.

Dessa vez o livro “Washington & Assis – Recordar é Viver” era em homenagem justamente a ele, e a Washington, dupla inseparável de craques, que formavam o famoso Casal 20, que tantas alegrias deu aos tricolores, e prematuramente deixou essa dimensão para reforçar o time celestial de tricolores. Craques no Flu, craques no céu! Sempre juntos!

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Os autores do livro, Dhaniel Cohen, Heitor D’ Alincourt e Carlos Santoro, entre os explosivos PauloNense e Vinicius Toledo.

E coube aos autores, Heitor D’ Alincourt, Dhaniel Cohen e Carlos Santoro, enfrentar a longa fila de entusiasmados tricolores que participaram do crowdfunding do Casal 20, que encontrou grande resposta da galera tricolor, no projeto que financiou os bustos da dupla de craques, inaugurados no evento, e a bela editoração de mais um sensacional livro que os autores proporcionaram à torcida tricolor.

Com 208 páginas de belas fotos, capa dura e muita informação, o livro reproduz momentos mágicos da História Tricolor, retratando grandes momentos de vitórias e conquistas, com a participação do Casal 20.

A maior alegria que tive no Maracanã foi proporcionada por Assis, ao invadir a área de Raul e fazer o gol aos 46 do segundo tempo, eliminando o time rubro-negro cuja torcida gritava “Eliminado!” e acenava com lencinho para a torcida tricolor. Os mesmos lencinhos que serviram depois para limpar as lágrimas da derrota e da amarga eliminação da disputa do título Estadual de 1983, depois confirmado pelo Fluzão! E eu ali, atrás do gol, pulava como um louco, vibrava como nunca na arquibancada do Maraca. A vitória no último momento de um jogo em que os adversários fizeram todo tipo possível de cera e amarração do jogo, e foram castigados no golpe final. Até urubu levaram para o estádio para soltar no gramado e esfriar o jogo.

Em 1984 mais uma dose: Renê lançou, Aldo foi ao fundo e cruzou na medida para o Assis virar estátua na área e parar no ar, escolhendo o ângulo esquerdo da meta do argentino Fillol. (Sim, ele já foi estátua antes, muito antes deste busto inaugurado ontem.)

E em 1987 eu vi o golaço de Washington, num lance em que se recusava a concluir para o gol sem antes humilhar alguns vascaínos, para a angústia da torcida. Arrancou do meio-campo, fugiu de faltas, de pancadas, driblou zagueiro e cortou duas vezes o goleiro Acácio, para finalmente empurrar a bola para as redes.

Muita emoção também pela presença de outros ídolos no evento, como Romerito, Paulo Victor, Renê, Parreira e Carlos Alberto Torres. Ah, e a belíssima Miss Brasil, uma simpatia, a cearense Melissa Gurgel trajando a camisa do nosso Fluzão.

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Minha emoção entre dois ídolos felizes, ali, cheios de vida!

No final, não resisti e fui garantir minha foto entre os ídolos! Amigos Tricolores, fui eu quem me senti estátua ali entre eles, naquela posição congelada de fotografado. Me senti ali, inerte, entre dois craques muito mais vivos do que eu. Cheios de vida naquelas belas obras, e com uma expressão de imortalidade. De genialidade.

E eles ali, vivinhos da silva, cheios de alegria pela homenagem, eu tenho certeza. O Assis até me disse isso ali no momento… Eu juro…

Porque ídolos, Amigos Tricolores… Ídolos são para sempre! Ídolos não morrem jamais!

E é por isso que eu canto, e visto este manto, orgulho de ser tricolor!!!

Porque O IMPORTANTE É O SEGUINTE: SÓ DÁ NENSE!!!

Por PAULONENSE

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