Obrigação




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Mais uma derrota de um time que não representa de forma alguma o torcedor do Fluminense. Dois meses sem vencer um jogo sequer, uma vaga para a Taça Libertadores jogada no lixo e o sério risco de também ficar de fora da Copa Sul-Americana.

Falar que o jogo contra o Figueirense foi uma pelada é esculachar os nossos amigos peladeiros do bairro, trabalho, faculdade, clube, escola… Na verdade, assistimos um show de sacanagem com a cara do torcedor tricolor! Não perderei meu tempo falando da derrota em Florianópolis, na verdade serei bem direto: no próximo domingo, provavelmente em Edson Passos, o Fluminense tem a obrigação moral de detonar o Internacional e mandá-los pastar na Série B em 2017.

O Fluminense foi roubado em 1992 no Beira-Rio
O Fluminense foi roubado em 1992 no Beira-Rio (Foto: Divulgação)

Alguns tricolores falam que vingar a decisão de 1992 da Copa do Brasil é a maior babaquice. Peço desculpas pela franqueza, mas a verdadeira babaquice é querer taxar algo que você não sentiu na pele. Porra, o Fluminense foi roubado de forma escandalosa no Beira-Rio e revoltou milhões de torcedores que já estavam prontos para soltar o grito de campeão. 

Eram tempos extremamente difíceis, o Fluminense estava se virando nos trinta para sobreviver, mas com muita luta, conseguiu chegar uma vaga naquela final. Doeu bastante na alma da torcida. Mesmo com um a menos desde a primeira etapa (Zé Teodoro foi expulso), o time foi guerreiro e só acabou sendo derrotado pelo árbitro José Aparecido de Oliveira aos 43′ do segundo tempo. Para quem não sabe, o juiz foi expulso pelos jogadores do Fluminense do avião que retornaria ao Rio de Janeiro.    

Hoje, os tempos são outros. Jogador joga quando quer, dirigente tem que pagar bicho para motivar um time que já ganha rios de dinheiro e por aí vai. Amor ao clube? Só o torcedor. E olhe lá! Ainda bem que 2016 acabará no próximo domingo. Tirando a grande noite da final da Primeira Liga, que foi uma tremenda aventura como torcedor em todos os sentidos, a atual temporada foi um fiasco.

De qualquer forma, se esses caras tiverem decência, respeito e honradez, o mínimo que eles poderão fazer no domingo que vem é lutar até o fim para que o Fluminense não encerre o ano de 2016 com a terrível marca de dez jogos sem uma vitória sequer. Ah, esqueci… Ajudar a rebaixar o Internacional é obrigação!

EXPLOSIVAS DO GUERREIRO

DANILINHO – Essa herança do Levir Culpi assinada pelo Jorge Macedo é sacanagem. Nem no Madureira tem vaga!  

LAMENTÁVEL – Farei um texto sobre o assunto ao longo da semana, mas não poderia de dar um toque rápido sobre a estupidez e imbecilidade dos idiotas que vaiaram o Celso Barros na saída do clube após o término da apuração da eleição presidencial. Celso cometeu erros? Sim, mas os acertos foram muito maiores. Não à toa, o cara está na eternizado na história do Fluminense. E isso jamais será apagado.

PEDRO ABAD – Amigos e leitores estão me cobrando uma opinião sobre a vitória do Pedro Abad. Prometo que darei até a próxima quarta-feira. Espero que entendam! Não é fácil tocar o site sozinho com o meu parceiro Leandro Alves. Só nós dois sabemos as dificuldades que temos que encarar para manter a chama acesa sem patrocinador ou ajuda alguma externa. O cansaço bate forte quando tenho que encarar um evento como o da eleição do último sábado. De qualquer forma, quero parabenizar o Abad e desejar-lhe toda a sorte do mundo! É um cara simples, família e que fala a língua do povo. Tive a oportunidade de conversar com ele por diversas vezes ao longo dos últimos três meses e foi essa a impressão que ele me passou.  

Saudações Tricolores!

Vinicius Toledo / Explosão Tricolor

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