Marcelo explica desentendimento com Mano Menezes e reponde se saída manchou história no Fluminense




Em entrevista polêmica, ex-lateral nega irritação por entrar nos acréscimos e acusa treinador de ignorá-lo no dia a dia. Ídolo afirma que história no Fluminense é “intocável”. 

Cerca de um ano e meio após a sua saída conturbada do Fluminense, o lateral-esquerdo Marcelo decidiu abrir o jogo sobre o desentendimento com o técnico Mano Menezes. Em entrevista à Romário TV, o craque revelou que a relação entre os dois já estava desgastada muito antes do fatídico jogo contra o Grêmio, no Brasileirão 2024. Segundo Marcelo, o treinador sequer falava com ele durante as atividades no CT Carlos Castilho.

– Não foi entrar no minuto 45 que eu fiquei chateado. Foi uma coisa que já tinha acontecido antes durante a vinda desse treinador. E a situação não estava legal. O que acontece ali é simples. Ele não falava comigo durante os treinamentos. Não tinha conversa comigo, nada para eu melhorar, não falava nada comigo. Naquele momento ele me abraçou falando comigo. E eu falei o seguinte: “Não precisa fazer isso porque normalmente você não fala comigo”. Ele me empurrou e falou que eu não ia entrar – explicou Marcelo. 

Respeito ao clube acima de tudo

O defensor explicou que a sua reação passiva ao empurrão de Mano Menezes foi motivada exclusivamente pela gratidão ao Fluminense. Marcelo afirmou que preferiu “levar o empurrão para casa” a causar um incidente mais grave diante de crianças e torcedores presentes no estádio.

– Fiquei quieto, porque respeito sempre os mais velhos. Poderia ter feito uma coisa mais grave, mas pelo respeito que tenho pelo Fluminense, pelos torcedores que estão ali, muitas crianças, eu preferi ficar na minha, calado. Levei um empurrão para casa, mas para mim está tudo bem.

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Marcelo quebrou o silêncio sobre "treta" com Mano Menezes
História manchada?

Questionado se o adeus traumático teria prejudicado a sua idolatria, Marcelo foi categórico ao dizer que a sua trajetória no clube é maior do que qualquer conflito individual. Ele relembrou que sua ligação com o Tricolor é eterna, simbolizada inclusive pelo estádio que leva seu nome no centro de treinamento da base.

– Não, porque a minha história com o Fluminense é muito grande. Muito maior do que problema que eu tenha tido com qualquer treinador. Sou tricolor, amo o Fluminense de paixão. Tudo que o clube fez por mim, não tem como eu fazer uma coisa ruim e desagradável com o Fluminense. Acho que a maneira como eu saí ou na hora, era a hora que eu tive que sair. Eu tenho um estádio com meu nome dentro de Xerém. Isso para mim é muito grandioso. Não tem como a minha história ser manchada por um momento isolado.

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