Bastidores fervem: Diretor-geral teria tido embate acalorado com executivos da Lazuli Partners.
O processo de transformação do Fluminense em SAF (Sociedade Anônima do Futebol) vive um momento de maior tensão. O que antes parecia um caminho alinhado entre diretoria e investidores, agora se transformou em um cenário de guerra interna. Segundo informações do jornalista Paulo Brito, um racha profundo se estabeleceu entre o diretor-geral Mário Bittencourt e a Lazuli Partners, gestora interessada na compra do clube.
O estopim da crise teria ocorrido em um camarote do Maracanã, onde Mário Bittencourt e representantes da Lazuli protagonizaram uma discussão pesada. De acordo com a apuração, os ânimos se exaltaram a ponto de os envolvidos quase chegarem às vias de fato.
O veto ao cargo de CEO
O motivo central do desentendimento seria o futuro comando da SAF. Durante o embate, executivos da Lazuli Partners teriam deixado claro que Mário Bittencourt jamais seria o CEO da nova estrutura do clube, independentemente da aprovação dos sócios. A negativa feriu os planos do ex-presidente, que, diante do cenário, teria mudado de posicionamento e passado a ser contra o avanço do negócio.
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Presidente Mattheus Montenegro segue com os planos
Enquanto Mário recua, o atual presidente Mattheus Montenegro mantém o entusiasmo. O mandatário segue à frente das tratativas com a Lazuli e parece disposto a levar o projeto adiante, mesmo sem o apoio total de seu diretor-geral. A proposta sobre a mesa é considerada importante para o futuro do clube:
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Investimento total: R$ 6,912 bilhões em 10 anos.
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Aporte imediato: R$ 250 milhões no ato da assinatura.
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Reforço em 2 anos: Mais R$ 250 milhões.
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Divisão acionária: Venda de 65% das ações para a Lazuli; clube mantém 35%.
Nos bastidores das Laranjeiras, existe um questionamento sobre a natureza real das cifras apresentadas pela Lazuli Partners. Isso ocorre porque uma fatia considerável do montante global anunciado não viria diretamente do bolso dos investidores, mas sim da própria geração de receita futura da SAF. Ou seja, o clube dependeria do seu próprio desempenho comercial para atingir as metas bilionárias projetadas.
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